 Salve galera do SkooterBlog. Quem escreve este post é castrobhz, o mais novo colaborador do SkooterBlog com reviews de produtos comprados na DealExtreme (e em breve também Focalprice).
Assim como o Fabrício, também costumo realizar compras nestas lojas virtuais que são um verdadeiro sucesso e irei relatar minhas experiências em compras no exterior.
Já sou leitor do blog a algum tempo e descobri a DX aqui mesmo. Fui lendo os reviews, procurei aprender como realizar compras no exterior e a usar o Paypal e um belo dia fiz minha primeira compra. Chegou tudo certinho e resolvi comprar mais uma vez. Aí não parei mais.
Bom, já me apresentei e vamos ao que interessa. Vou começar falando de uma compra que fiz no mês de Julho na DealExtreme. Foram 4 unidades de um fone de ouvido genérico para Iphone.
O pedido foi feito no dia 16/07 e enviado para o correio de Honk Kong no dia 19/07. Por não ter registro (a compra foi abaixo de 15 dólares) não sei dizer quando ele deixou Hong Kong e quando chegou no Brasil. O pacote chegou pra mim em Belo Horizonte no dia 10/08.
Eu não possuo o Iphone mas utilizo este fone de ouvido em meu Dingoo. Guardei um de reserva e presenteei duas pessoas da família com os restantes . Fiquei surpreso com a qualidade do som deste modelo de fone da DX que custa tão pouco. Mas fica uma observação: Ele não funcionou em meu celular Nokia 5310, o fone encaixa mas o telefone não o reconheceu). Em relação à tributação, o pacote não foi taxado pela receita federal.


Então por enquanto é isso, vou ficando por aqui. Aguarde novos reviews e se você também quiser fazer suas compras na DealExtreme, direto de Hong Kong, clique aqui e boas compras.
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 Assim que a DealExtreme despachou o meu Dingoo A-320 para cá eu já fui à busca de um case para ele, afinal não é muito conveniente tranportá-lo na caixa e ele é muito frágil para ser transportado sem uma capa. Acabei escolhendo um case emborrachado que na verdade é para o Nintendo DS (Rubberized Case for NDS Lite (Black)), mas acabou ficando muito bom no meu Dingoo. Também há uma versão em branco (ou essa mais barata) para quem preferir. Como meu Dingoo é preto acabei optando pela versão preta. Também há uma versão preta semelhante e mais barata, uma versão rosa, uma versão azul, uma versão azul celeste, uma versão prata e se procurar bem é provável que tenham outras.
O case veio em uma embalagem que mostra os modelos preto, azul, azul gelo, vermelho, branco e rosa. Na frente o texto “gamepouch” e alguns textos em chinês que não consigo identificar. Na parte traseira um “guia do usuário” mostrando como colocar um Nintendo DS dentro do case, e instruções óbvias de que ele deve ser mantido longe do fogo e de materiais corrosivos.
 Embalagem do Case mostrando outras opções de cores
 Parte traseira da embalagem do case, com "instruções"
A plaquinha metálica com o logotipo do Nintendo DS vem protegida por um adesivo transparente, a parte da frente tem uma textura interessante acompanhando o logotipo e a parte traseira é lisa. A borracha é bem dura, de forma que o Dingoo parece ficar bem protegido ali dentro. O case vem com dois zíperes de forma que fica fácil abrí-lo e fechá-lo. Também acompanha uma alça de pulso que pode ser colocada em uma pequena alça junto à lateral.
 O case ainda com o adesivo protegendo a placa metálica com o logotipo do Nintendo DS
 Parte inferior do case
Na parte de dentro há um elástico na parte inferior que prende o Dingoo (ou o NDS). Na parte superior há um tecido perfurado para colocar cabos. Entre as duas partes há uma divisão cuja parte inferior é macia (para não agredir o LCD do Dingoo) e a parte superior tem duas divisões onde é possível colocar cartões de memória ou adaptadores.
 O case aberto com todas as divisões
No meu case eu optei por colocar o Dingoo na parte inferior, juntamente com o fone de ouvido no espacinho que sobra. Na parte do meio coloquei no primeiro bolso uma caixinha com um adaptador de miniSD para SD, com espaço também para o adaptador microSD para miniSD, que está no Dingoo, e para um cartão microSD, que também está no Dingoo e um adaptador. E no segundo bolso coloquei um micro-leitor de miniSD para USB. E na parte superior dá para colocar o cabo USB. Fico faltando apenas o cabo de áudio e vídeo e a fonte, que nao couberam. É uma pena que não caiba a fonte, porém um case que coubesse a fonte acabaria ficando meio grande e não daria para levar no bolso da bermuda ou da calça como esse.
 O Dingoo dentro do case, juntamente com o fone de ouvido
 O Dingoo e seus acessórios dentro do case
 O case fechado com o Dingoo e seus acessórios dentro
 Visão lateral do case com o Dingoo e seus acessórios dentro
Quanto à compra, foi feita em 16/09, enviada em 22/09, sem número de rastreamento por ser inferior a 15 dólares, e chegou na minha mão hoje, 06/10, provavelmente o correio entregou no dia 05 ou mesmo no dia 02 (normalmente demora mais um dia para chegar da central de entregas da universidade ao meu departamento). De qualquer forma é um tempo em trânsito inferior a duas semanas, menos de 10 dias úteis, algo que nunca vi nos meus pedidos no Brasil. Não veio imposto, até porque uma compra desse valor é isenta de imposto aqui no Canadá (limite de 20 dólares canadenses para compras e 60 dólares canadenses para presentes). O conteúdo veio declarado como “Nintendo DS Accesories” e o valor declarado foi de 29 dólares de Hong Kong.
 Pacote da DealExtreme com o case dentro, sem registro e sem tributação
Vou encerrando por aqui e deixando minha recomendação nesse case para proteger seu Dingoo A-320. Se você também quiser comprar direto de Hong Kong na DealExtreme, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
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 Vou manter aqui minha tradição de sempre postar aqui a solução de problemas com computadores que me fizeram quebrar a cabeça por horas ou até mesmo dias, para ajudar outros e também para que eu mesmo não seja traído por minha memória e acabe esquecendo a solução quando encontrar o problema novamente.
O problema começou quando resolvi comprar um novo HD SATA Seagate Barracuda 7200.11 de 1.5TB em uma excelente promoção (que já acabou) da NCIX.com e colocá-lo em uma caixa (enclosure, case) para usá-lo como HD externo por algum tempo (futuramente ele será promovido a HD do meu PC desktop e o HD atual de 750GB (também SATA, também Seagate Barracuda) passará a ser o HD externo.
Na hora de escolher o case não fiz grandes exigências, os preços variam muito, mas eu queria apenas um que não fosse grande e que suportasse tanto USB 2.0 quanto eSATA, e assim o escolhido foi o mais barato: o Vantec NexStar CX 3.5” SATA to USB 2.0 and eSATA External Hard Drive Enclosure, a Vantec não é a fabricante mais famosa, e esse modelo nem é o último e mais cheio de recursos, mas tudo indicava que ia atender perfeitamente minhas necessidades, além de ser leve, ter um design sóbrio e o mais importante: barato, menos que metade que qualquer outro modelo, também na NCIX.com.
Pedido feito e o HD e o enclosure chegaram em alguns dias. A instalação é tranqüila, bastante fixar o HD em uma base com 4 parafusos fornecidos, encaixá-la na placa de circuito, colocá-la dentro do case e conectar o fio do LED do case na placa do mesmo. Com o enclosure também vem a fonte, os cabos USB e eSATA e até um espelho com a porta eSATA para o caso de não ter vindo com a placa-mãe (ou ter sido gatunado por algum montador de micro de fundo de quintal).
Enclosure ligado e o HD partiu e funcionou perfeitamente. Mas havia um problema, o HD não desligava nunca, mesmo quando não estava sendo utilizado, e até mesmo quando desconectado. No enclosure tem um botão de ligar de desligar, mas ter de ligar manualmente um HD que vai servir para backups automáticos não é algo muito inteligente. Por outro lado deixar o HD ligado 24 horas por dia, 7 dias por semana iria provavelmente diminuir sua vida útil além de aumentar lentamente os gastos com energia, que mesmo sendo pouco iria acabar somando para a diferença de ter comprado um modelo de enclosure mais avançado.
Minha experiência com enclosures é zero, esse é o meu primeiro, porém já tive experiência com HDs externos e apenas alguns desligavam sozinho após algum tempo, no caso os FreeAgent da Seagate. Resolvi então procurar uma solução na rede, mas sem grandes esperanças, vi que a Vantec tem um modelo mais novo e mais caro cujo atrativo é justamente gerenciar energia, o que desanimou ainda mais, já que isso diminui as chances de o modelo antigo ter tal recurso. As respostas que encontrei eram de que alguns enclosures tem a função de desligar quando inativos e outros não, e que alguns HDs tinha essa função por si sós e outros não. E tudo indicava que eu peguei uma dupla de HD e enclosure onde ambos não tinham essa função.
Sem desistir, fui ao site da Seagate e tentei o SeaTools for Windows para ver se achava alguma configuração oculta, mas não achei nada. Estava quase desistindo quando achei o software do título, o HDDScan, essa ferramenta excelente permite diagnosticar e configurar HDs IDE, SATA, SCSI, arrays RAID, HDs externos USB e Firewire, memórias flash, etc. e dentre as suas funções tem a verificação de dados do S.M.A.R.T. (que ele conseguiu verificar até mesmo no HD dentro do enclosure, coisa que o SeaTools não conseguiu), varredura de superfície, ajustes de AMM (Automatic Acoustic Management), APM (Advanced Power Management) e justamente o que eu estava procurando, a função de colocar um tempo para que o HD desligue sozinho quando inativo.
Com o HDDScan é possível configurar um intervalo ajustável que vai de 5 segundos até várias horas para que o HD desligue sozinho quando estiver inativo. Por desligar sozinho entenda que ele estará em espera e voltará a funcionar assim que precisar ser utilizado novamente. Além disso ainda tive a oportunidade de ajustar o APM, que permite que você escolha o nível do gerenciamento automático de ruído acústico, e aqui você pode optar por mais barulho e mais desempenho ou menos barulho e menos desempenho ou qualquer configuração intermediária. Eu optei por mais desempenho. No HDDScan também tem os botões Spindown e Spinup, que fazem o HD desligar e ligar imediatamente.
Configurei então o HD para desligar em 30 minutos de inatividade, fiz o teste e tudo perfeito como esperado, após os 30 minutos ele desligou, não fazendo mais barulho algum e o enclosure permaneceu ligado com o LED aceso. O Windows continuou mostrando o HD como conectado, pude até clicar nele e ver a lista de diretórios sem acordá-lo (não sei se no cache do próprio Windows, do enclosure ou talvez do próprio HD), pedi então para criar um novo diretório o que fez com que o HD acordasse e ficasse plenamente funcional em poucos segundos.
Enfim, o HDDScan salvou o dia e acabou suprindo a ausência da função do enclosure barato através da mesma função no próprio HD que por motivo que desconheço fica obscura e não pode ser ajustada nem mesmo pelo software da própria Seagate. E espero que esse texto possa ser útil para que outras pessoas passem menos tempo quebrando a cabeça e pesquisando no Google por solução semelhante.
Atualização: o site novo do HDDScan é este, onde já tem uma versão mais nova da que a que eu passei. Ela dá suporte a linhas de comando, o que vai ser útil pra mim porque descobri que as alterações que faço no “Power Management” não são permanentes e são perdidas se o case do HD é desligado, o que não é um grande problema visto que a idéia do PM é justamente não ficar desligando o case, mas mesmo assim acho conveniente fazer um batch para que ele dê o comando automaticamente a cada inicialização, para eventuais desligamentos.
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escrito por Fabricio
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 Faz tempo que não apareço por aqui, mas o blog não está abandonado, apenas não havia comprado nada novo na DealExtreme, cujos reviews acabaram se tornando a principal atração do Skooter Blog, e também não estou tendo muito tempo de postar qualquer outro texto. Mas hoje resolvi voltar para falar da chegada do meu Dingoo A-320 LCD de 2.8″ com emulador de GBA, Neo Geo, SNES, NES, Mega Drive, Master System, CPS-1, CPS-2, Mame, etc. 4GB internos + slot SD (Dingoo A-320 2.8″ LCD GBA/NGO/SNES/ NES/SFC/CPS1/2/+ Emulator Game Console (4GB Built-in + Mini-SD)) adquirido na DealExtreme.
Para quem ainda não conhece o Dingoo A-320, recomendo fortemente ler os posts anteriores sobre ele aqui no Skooter Blog, tendo em mente que de lá pra cá muita coisa mudou. O Dingoo agora conta com o suporte de desenvolvedores independentes que conseguiram muitas façanhas, dentre elas destaco o dual-boot e o Linux para o Dingoo, o Dingux. A partir daí começaram a surgir diversos jogos (adaptações como Doom e Duke Nukem e alguns inéditos), além de novos emuladores que corrigiram muitas deficiências dos originais do aparelho, além de dar suporte a novos consoles como Master System e Atari, diversos arcades através dos emuladores MAME e FinalBurn, e até mesmo aos antigos adventures da Lucas Arts (lembra de Full Throttle e Day of the Tentacle?) através do emulador ScummVM. Para o sistema nativo também foram desenvolvidos novos emuladores, como de Game Boy, de Colecovision e de Master System. Acompanhando o Dingoo-Scene podemos ver que as novidades são diárias.
Agora sobre a compra, já fazem 7 meses desde que falei do Dingoo aqui pela primeira vez, mas depois de acompanhar os reviews e vídeos dos primeiros compradores optei por esperar, visto que alguns emuladores não estavam bons, em especial o de Mega Drive e o de Super Nintendo, dois consoles que tive na minha infância, aliás ainda tenho, e que portanto são os que tenho mais interesse dentre os que o sistema original emulava (nunca tive Nintendinho nem máquina de fliperama em minha casa, apesar de gostar deles também). Também faltava o Master System e o Atari que também fizeram parte da minha infância, agora não falta mais.
Resolvi então aproveitar enquanto estou no Canadá para pedir o Dingoo na DealExtreme. As vantagens de comprá-lo enquanto em terras canadenses são basicamente duas: 1) Poderei utilizá-lo na longa viagem de volta ao Brasil em vez de depender dos joguinhos toscos do sistema de entretenimento do avião, e a principal, 2) não ter que pagar as taxas alfandegárias abusivas do Brasil, que são cobradas em praticamente tudo que vem do exterior e passa pela Receita Federal de Curitiba, a que atende minha região. Algumas pessoas deram sorte e conseguiram comprar o Dingoo sem pagar imposto no Brasil, mas aparentemente nenhum deles teve seus pacotes passando por São José dos Pinhais, de onde nenhum Dingoo parece sair ileso. Note que no Canadá também existe imposto de importação para alguns produtos, além de incidirem sobre os importados os mesmos impostos que incidem nas compras aqui: o GST, imposto federal, e o PST ou HST, dependendo da província. Por lei podem cobrar imposto de qualquer produto acima de 20 dólares se for uma compra ou 60 dólares se for presente, porém na prática muitos pacotes passam sem tributação nenhuma, e mesmo que aconteça de tributarem os valores não são abusivos como no Brasil (60%), no caso da província de Alberta (onde estou) seria apenas 5% de GST (não tem HST nem PST), mais o imposto de importação, que depende do produto, e no caso de videogames portáteis é zero. Sim, zero! Também há uma taxa de 5 dólares para o correio como pagamento pelo serviço de recolher o imposto (apenas no caso em que tiver imposto). Ou seja, na pior hipóteses eu pagaria um imposto de 5% e mais 5 dólares canadenses, enquanto no Brasil eu pagaria facilmente mais de 10 vezes esse valor. E isso porque o Canadá é um dos países que mais cobram impostos, por aí dá para imaginar a calamidade que são os impostos brasileiros, com o diferencial de que aqui os impostos são revertidos em saúde, segurança e qualidade de vida para a população, enquanto que no Brasil eles vão para os bolsos dos políticos e seus comparsas. Mas voltando ao imposto canadense, mesmo pacotes acima dos 20 dólares freqüentemente saem isentos pois a alfândega não tem tempo/funcionários para analisarem tudo e conseqüentemente fazem amostragem e ignoram pacotes com produto de baixo valor, e esse foi o caso do meu Dingoo . Também colabora o fato de a DealExtreme marcar o pacote como presente e declarar um valor baixo, porém se o pacote cair na triagem para ser aberto eles podem achar que o valor declarado não está correto e arbitrar um valor maior, mas os relatos de quem teve o pacote aberto é que eles normalmente aceitam o valor declarado mesmo sendo baixo.
Quanto à compra, foi feita em 08/09, mas a DealExtreme acabou enrolando uma semana para enviar mesmo com o produto constando como “In Stock”, e assim o envio foi feito só em 15/09. Consta que o pacote saiu de Hong Kong em 19/09, chegando na alfândega de Vancouver em 22/09. Uma semana depois eu já estava preocupado pois o pacote ainda constava como estando na alfândega, mas para minha surpresa ele chegou aqui em 28/09. Aparentemente foi liberado pela alfândega rapidamente e sem imposto, e o correio daqui já procedeu com a entrega, porém sem nunca atualizar a informação de rastreamento, ou seja, isso o Canada Post tem em comum com os Correios brasileiro, ambos rastreiam mal as encomendas não-expressas. As expressas (e algumas vezes as comuns) costumam ter mais atenção aqui, inclusive com assinatura do recebedor digitalizada disponível no site junto com o rastreamento. A DealExtreme declarou o conteúdo como “Pocket Games” e o valor como sendo 40 dólares de Hong Kong. Tempo total em trânsito de apenas 14 dias corridos e imposto zero. Saudade do Brasil? Só das pessoas, da comida e do clima, porque o resto…
 Pacote da DealExtreme com o meu Dingoo A-320, chegando no Canadá sem imposto
Uma pergunta comum para fazem à quem compra um Dingoo A-320 é: “Por que não um PSP?” E essa pergunta comum se torna inevitável quando o país em questão é o Canadá, pois aqui um PSP custa na faixa de 170 dólares canadenses, o que ainda é o dobro que o Dingoo, mas menos da metade do que um PSP custa no Brasil de forma legalizada. O PSP me pareceu sim muito interessante, com tela maior, integração com o Playstation 3 e tudo mais. Mas uma pesquisa pelos fóruns mostram que os novos firmwares não tem qualquer forma de serem destravados para rodarem homebrew, ou seja, nada de emulação. Esse é o grande mal da Sony, tudo bem que ela queira proteger seus interesses e tomar medidas para evitar a pirataria, mas com isso ela acaba impedindo por tabela que qualquer emulador funcione, talvez ela também prefira assim para forçar as pessoas a comprarem jogos novos em vez de emular jogos antigos. E essa é a grande vantagem do Dingoo, o fabricante não joga contra você, eles não ajudam em nada, não lançam um novo firmware corrigindo os bugs e melhorando os emuladores, mas também não impedem que desenvolvedores independentes fucem a vontade no console e melhorem suas funcionalidades. Aliás, devem estar com um grande sorriso no rosto por conta disso, já que isso apenas impulsiona as vendas do Dingoo, e eles vivem disso, de vender o console e não jogos como a Sony. Então pegue o destravamento dos PSPs (dos mais velhos, já que os novos nem destravam) que dependem de baterias modificadas, bugs de jogos que você não tem, etc. Some a isso a mania inconveniente da Sony de querer usar apenas seus formatos proprietários (leia-se Memory Stick caro em vez de SD barato) e o Dingoo se torna a melhor opção para quem quer emular consoles antigos em um portátil. Por melhor opção entenda-se melhor relação de custo/benefício, nada de comparar com portáteis de 400+ dólares. É claro que não vai faltar fanboy da Sony pra dizer que comprar um PSP usado com firmware velho é melhor que comprar um Dingoo, mas com fanboy nem adianta discutir.
 Carimbos do Canada Post na parte traseira do envelope, e nada da alfândega
E agora vamos finalmente falar do Dingoo A-320, o que eu vou escrever daqui em diante deve ser visto como primeiras impressões apenas, pois no momento em que escrevo estou com ele há apenas 3 dias e o trabalho me impede de dar muita atenção pra ele, até esse post está sendo escrito aos poucos, e um review de um produto assim certamente precisaria de muito mais atenção e tempo de uso. Então é isso: primeiras impressões, até porque tem muitos emuladores, jogos e funções que eu nem usei ainda.
 Caixa do Dingoo A-320
Abrindo a caixa encontrei o Dingoo preto (optei por ele, a DX também vende a versão branca) devidamente embalado junto com os manuais em chinês e inglês, além de mais alguns folhetos em chinês que não sei exatamente o que é. Ele também é acompanhado pelo fone de ouvido, cabo USB, fonte e cabo para ligar na TV. Testei primeiramente alguns dos jogos que o acompanham, vi os vídeos que também vem com ele e testei a saída de TV, tudo funcionando perfeitamente, ainda não testei nenhum outro vídeo, mas certamente vou querer ver como filmes se comportam nele futuramente. Além de jogos e vídeos não tenho muito interesse nas outras funções, para música eu tenho meu celular já velhinho mas que toca M4A (HE-AAC) e cabe muitas músicas no microSD, E-book? Ler na tela não é algo muito agradável.
 Manuais que acompanham o Dingoo A-320
Como disse anteriormente, dos emuladores nativos meu maior interesse era no Super Nintendo e no Mega Drive, eu já sabia que o emulador de Mega Drive era sofrível, então separei algumas ROMs para testar o de Super Nintendo, e o resultado foi bem insatisfatório também, já que os jogos ficaram com altos frameskips, falhas no som e além disso os emuladores não controlam a velocidade direito, de forma que o jogo fica acelerando e reduzindo a velocidade, horrível. Enfim, por aí já notei que se tivesse sido um dos primeiros compradores do Dingoo teria ficado bastante insatisfeito com o sistema nativo, mas felizmente existe o Dingux e aí parti para a instalação dele.
 O Dingoo A-320 dentro da caixa
A instalação do dual-boot foi tranqüila, segui o The Complete Idiot’s Guide to Installing Dingux e deu tudo certo, fiquei até surpreso que os drivers tenham funcionado perfeitamente no Windows 7 (32 bits). Com o dual-boot instalado peguei o local do toddler, em sua versão 0.30. O local é como se fosse uma distribuição do Dingux, que já vem com vários emuladores, jogos e um menu gráfico bonitinho para utilizá-los, já que o Dingoo não tem teclado. Ou seja, tudo prontinho pra você só instalar. Obviamente quem quiser pode baixar apenas o básico do Dingux, instalar apenas o que quiser e configurar seus menus sozinho, mas eu prefiro não ter esse trabalho. A instalação do local também deveria ser tranqüila, mas por algum motivo o Dingoo não gostou da formatação de fábrica do meu cartão microSD (com adaptador para miniSD), apesar de ser FAT32 como ele requer, e com isso o Dingux não funcionava. Quebrei a cabeça um pouco e resolvi formatar o cartão, e aí funcionou tudo certinho, talvez o problema tenha sido algo com o tamanho dos clusters, mas não posso afirmar nada.
 Dingoo A-320 em funcionamento
Com o Dingux instalado resolvi testar o Snes9X e o PicoDrive, emuladores de Super Nintendo e Mega Drive respectivamente, e para a minha grata surpresa ambos funcionaram de maneira bem aceitável, com framerates acima de 30fps na maioria dos jogos, etc. Os jogos com alguns chips especiais ainda não rodam, mas isso era esperado. Testei também o Stella, emulador de Atari e este também funcionou razoavelmente, apesar de ainda carecer de uma interface mais adaptada ao portátil e de os sons não estarem 100%. Testei também o ScummVM, emulador de jogos adventure da Lucas Arts (e algumas outras) e tanto o Full Throttle quando o Day of the Tentacle funcionaram perfeitamente. O único inconveniente mesmo fica por conta de usar o joystick como mouse, aqui faz falta uma tela sensível ao toque. O emulador de Master System SMSPlus não ficou muito bom, e também não achei uma forma de maximizá-lo para usar a tela toda. Fico devendo uma opinião do MAME, do Finalburn e demais emuladores pois ainda não tive tempo de testá-los.
Voltando pro sistema original resolvi testar o emulador de Game Boy Advance, e esse sim funcionou muito bem. Nunca tive um GBA, então nunca tive muito interesse em emulá-lo, mas no seu acervo de mais de 1.000 jogos se encontram clássicos do Super Nintendo e até do Mega Drive (a Sega e a Nintendo já tinham ficado amiguinhas) que valem muito a pena. Outro ponto positivo é que os jogos de GBA foram realmente feitos para rodar na tela de um portátil, ou seja, os sprites são maiores, etc. e fica perfeito na tela do Dingoo. Os jogos de Super Nintendo e Mega Drive, apesar de não perderem resolução na tela de 320×240 do Dingoo, não foram realmente projetados para serem jogados numa tela de 2.8″ e as vezes fica difícil enxergar alguns detalhezinhos. É claro que isso não é um problema do Dingoo, jogos feitos para portáteis tem sprites maiores desde a época do Game Gear em que os jogos de Master System foram adaptados para caber na tela menor. Os jogos do próprio Master System também rodavam no Game Gear com um adaptador, mas aí os sprites ficavam pequenos. O único inconveniente do GBA, que também não é um problema do Dingoo, é que a Nintendo estupidamente colocou apenas quatro botões no console (A, B, L e R), algo totalmente sem lógica para um portátil que iria receber várias adaptações de jogos do Super Nintendo futuralmente, muitos dos quais usavam os botões X e Y, e assim ao jogar no GBA os clássicos do Super Nintendo em suas versões para GBA temos que conviver com a falta de botões. Felizmente o Dingoo permite remapear o L e R para o X e Y, e assim fica mais fácil jogar jogos como “Super Mario World” ou “Zelda, a Link do the Past”, sem ter que recorrer toda hora ao L e R para funções que não cabem ali. E no final jogos de luta como Street Fighter acabam sendo os mais prejudicados. Mas é para falar do Dingoo e não do GBA, certo? Então vamos ao próximo parágrafo para finalizar essas primeiras impressões.
O que posso dizer é que até agora estou bastante satisfeito com o Dingoo, e isso porque ainda não explorei nem metade do que ele oferece. Os emuladores do Dingux que eu testei superam com folga as versões do sistema original e portanto é altamente recomendável instalá-lo, lembre-se que você precisará de um cartão miniSD (ou microSD com adaptador) para isso. Apesar dos emuladores do Dingux serem melhores, ele ainda tem alguns inconvenientes que poderão ser resolvidos em futuras versões. Um deles é que a saída de áudio/vídeo não funciona no Dingux, ou seja, não dá para jogar na TV, para isso apenas o sistema original mesmo. E ironicamente o melhor emulador do sistema original é o de GBA, que justamente por ser um portátil não tem uma imagem legal na TV. Outro problema dos emuladores no Dingux é a falta de padronização das interfaces, os emuladores do sistema original são ruins, mas pelo menos todos compartilham de uma interface comum, o que facilita muito para o jogador. No Dingux cada um tem sua interface e isso complica um pouco. O menu do sistema original é superior ao DMenu no Dingux por voltar no ítem em que estava ao sair de algum programa/emulador, o que não acontece no DMenu. Ambos porém tem a falha de não permitir usar os botões L e R como um Page Up e Page Down para achar rapidamente a ROM desejada quando tem muitas no mesmo diretório. O Dingux também ainda carece de uma opção de shutdown, atualmente é preciso reiniciá-lo e voltar ao sistema nativo para desligar o Dingoo.
Antes de fechar, deixo alguns links para quem acabou de comprar o Dingoo e está meio perdido:
Vou ficando por aqui, farei um review mais completo do Dingoo futuramente, com mais tempo de uso e quando sobrar tempo para escrever. Se você quiser comprar o seu Dingoo A-320 “Black Edition” ou Dingo A-320 “White Edition” direto de Hong Kong na DealExtreme, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
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 Recebi na última segunda-feira minha primeira compra na DealExtreme entregue no Canadá. Trata-se de uma cartela com 4 Pilhas NiMH AA recarregáveis GS Yuasa Enitime Pre-Carregadas 2000mAh (Gsyuasa Enitime Pre-Charged 2000mAh 1.2V Rechargeable NiMH AA Batteries (4-Pack)), escolhidas para alimentar um rádio Etón Grundig Globe Traveler G3, adquirido na The Source canadense online. Ironicamente as pilhas vindo lá de Hong Kong chegaram um dia antes do rádio que estava em Toronto, graças a um problema de entrega da transportadora Purolator no local onde eu estava, que acabou sendo menos ágil que o correio canadense.
O rádio é alimentado por quatro pilhas AA, ou uma fonte externa que também serve para recarregar as pilhas, e assim a escolha óbvia seriam pilhas recarregáveis NiMH, de preferência as LSD (baixa auto-descarga) visto que o rádio deve consumir pouca energia. O preço das baterias no Canadá é menor que no Brasil, mas não é menor do que na DealExtreme, e assim resolvi fazer o pedido lá, inclusive para poder comparar o tempo que demora pra chegar, a alfândega, etc.
As pilhas GS Yuasa Enitime tem sido minhas preferidas na DealExtreme há algum tempo, não vou ficar me repetindo sobre elas porque toda informação sobre as Enitime pode de ser vista em reviews anteriores, e assim vou falar apenas do pedido. Eu poderia ter optado pelas Sanyo Eneloop, mas temi que enviassem pilhas falsificadas mais uma vez.
O pedido deu um certo trabalho, o PayPal não queria aceitar o envio para outro país que não fosse o meu país de cadastro, e assim tive que deixar o país como Brasil. Fiz o check-out não-expresso, tive que enviar as informações do recibo do PayPal para que ele passasse a constar na minha conta, e já corrigi o enderço ali. E a DX que normalmente enrola uns dias para fazer o envio foi muito rápida e o pedido já apareceu na minha conta como “Packaging”, então tive que correr abrir um ticket e corrigir o endereço colocando o país como Canadá. Felizmente a manobrar deu tempo, apesar de ter atrasado um pouco o envio. No pacote é possível ver que há duas etiquetas de endereço, o que mostra que o pacote já estava realmente pronto quando corrigiram o endereço colando uma nova etiqueta por cima. Ponto negativo para o PayPal que por sua inflexibilidade permitiu essa lambança toda. Tudo bem que é para evitar fraudes, mas isso impossibilita qualquer compra estando fora do Brasil ou mesmo enviando produtos para pessoas fora do Brasil. Analisando depois vi que deveria ter tentado mesmo o checkout com endereço do Brasil, de forma que o pedido apareceria na minha conta imediatamente e assim já poderia enviar o pedido de mudança de endereço minutos após o pedido ser feito, evitando atrasos e o risco do pacote seguir para o enderço errado.
O pedido foi feito no dia 13/08 e enviado no dia 14/08, talvez teria sido enviado no mesmo dia se não fosse a correção de endereço. Por não ter registro não sei precisar quando ele deixou Hong Kong ou quando chegou no Canadá, mas sei que ele estava em minhas mãos no dia 24/08, apenas 10 dias corridos depois e apenas 6 dias úteis. Essa velocidade recorde comparada aos padrões brasileiros certamente foi proporcionada pela agilidade da alfândega e do correio canadense. Nesse pedido utilizei o “Drop Shipment and Gift Service” que não uso nas compras no Brasil porque lá essa estratégia é inútil (pelo menos com a Receita Federal de Curitiba), mas como aqui eu não conheço a alfândega achei melhor utilizar. Provavelmente não haveria necessidade, a alfândega canadense não costuma tributar pequenas compras do exterior.
 Pacote da DealExtreme de Hong Kong para o Canadá
O pacote das baterias GS Yuasa Enitime Pre-Carregadas 2000mAh mudou, o que me deu um susto inicial pensando que pudessem estar falsificando-as também, mas as pilhas em si continuam iguais, com o mesmo bom acabamento de sempre, e portanto acredito que continuam sendo originais. O carregador não mostrou carga em nenhuma delas inicialmente, mas após cerca de 1 hora a primeira bateria já estava com a carga completa, as outras foram terminando com intervalos de cerca de 20 minutos entre cada uma, de forma que a última ficou com carga completa após 2 horas. Se a capacidade real dessas pilhas é 2000mAh, deveria levar cerca de 4 horas para que a carga estivesse completa no meu carregador (525mAx4), portanto presumo que elas já tinham carga, como é esperado de uma pilha de baixa auto-descarga.
 Pilhas AA GS Yuasa Enitime na nova embalagem
 Parte traseira da embalagem das pilhas GS Yuasa Enitime
 Pilhas GS Yuasa, com a mesma aparência de antes apesar da embalagem diferente
Aguarde o próximo review. Se você também quiser fazer suas compras na DealExtreme, direto de Hong Kong, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
\\ tags: baixa auto-descarga, Baterias, baterias recarregáveis, Canadá, Compras em Hong Kong, Compras na China, DealExtreme, DX, Enitime, Etón, Globe Traveler G3, Grundig, GS Yuasa, NiMH, pilhas, Pilhas LSD, pilhas recarregáveis, Purolator
 Um estudo resolveu categorizar os assuntos do Twitter. A classificação incluiu “conversa normal”, “notícias”, “posts inúteis”, “publicidade” e “spam”.
(…)
Segundo matéria do Telegraph, o resultado surpreendeu a empresa, que afirmou não esperar que as conversas normais fossem altas e a publicidade fosse baixa.
Fonte: GigaBlog do UOL Tecnologia
E se resolverem categorizar os assuntos abordados em “estudos” certamente vão incluir esse na categoria dos inúteis, concordam?
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escrito por Fabricio
\\ tags: Estudo, Twitter
 O review de hoje é de um Drive Óptico Externo Portátil Slim USB 2.0 Combo Blu-Ray 2X + DVD+/-RW 8X + CD-RW 8X (Slim Portable USB 2.0 2X Blu-Ray + 8X DVD+/-RW + 8X CD-RW Combo External Optical Drive) adquirido na DealExtreme. Este é um drive externo que lê e grava CD-ROM, CD-R, CD-RW, DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R, DVD-RW, DVD+R, DVD+RW e que também lê discos Blu-Ray (BD-ROM, BD-R, BD-RE). Esse diferencial de ler Blu-ray o torna uma opção barata para assistir filmes em blu-ray de alta definição (HD) no PC, no laptop ou mesmo na TV através de um HTPC com saída HDMI ou mesmo VGA, que já é suficiente para a resolução de 1920×1080 (Full-HD). Além disso, esse drive também é uma opção para quem já tem um player de blu-ray (como o Playstation 3) poder fazer backup de seus filmes em mídia DVD comum, mas mantendo a alta definição, com ajuda de softwares como BD Rebuilder, usando no backup o formato AVCHD que é aceito pela maioria dos blu-ray players, assim poupando os caríssimos originais. Finalmente ele também é uma opção para mini-laptops que não vem com drive óptico, pois é um leitor/gravador de CDs e DVDs completo, porém para assistir filmes em blu-ray é necessário se certificar que o processador é poderoso o suficiente para decodificar áudio e vídeo de alta definição.
Na caixa não há indicação de quem seja o fabricante, mas se trata de um drive slim MATSHITA BD-CMB UJ-120 OEM devidamente acoplado nesse case plástico. Na parte traseira da caixa há o código produto e número de série, além do “Made in China” e um selo com o logotipo do Blu-ray. Na caixa temos o drive devidamente protegido em um saquinho plástico e protegido por papelão, um saquinho de tecido para protegê-lo no transporte, cabo USB de dados, um cabo USB só de energia, um adaptador de corrente alternada, manual de instruções e um CD com drivers para o Windows 98/SE (ele é plug-and-play nos SOs mais modernos: Windows 2000, XP, Vista, etc.).
 Caixa do Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
 Parte traseira da caixa do Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
 Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW, acompanhado de cabo USB, cabo de energia, adaptador AC, saquinho para transporte, manual de instruções e CD com driver para Windows 98
 Fonte e cabos do Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
Na tampa da frente do drive temos os tradicionais logotipos de: “Compact Disc Rewritable Ultra Speed”, “DVD+ReWritable”, “DVD-R/RW” e “Blu-ray Disc”, botão EJECT, LED que indica o funcionamento e o buraquinho para forçar a abertura do drive na falta de energia.
 Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
Na parte traseira há uma entrada USB e uma entrada de energia. O drive pode funcionar apenas com o cabo USB, pois ele já fornece energia (500mA) para fazê-lo funcionar, porém para alcançar as maiores velocidades de gravação é necessário usar uma porta USB adicional para ligar o cabo incluso que tem um plug USB em uma ponta e um plug de energia na outra, fornecendo assim mais 500mA para o drive, totalizando 1A. Na falta de uma porta USB extra (ou no caso do drive estar ligado a um HUB USB não energizado) pode ser usada a alimentação externa através do adaptador AC incluso, ele é bivolt (aceita qualquer voltagem na faixa 100-240V), tem plug com pinos redondos e fornece saída de 5V 1000mA segundo a especificação. Nos meus testes gravei apenas um DVD+RW e fiz leitura de discos Blu-ray, e nesses casos a energia de uma única porta USB foi suficiente para atingir a velocidade máxima, portanto essa informação de que a alimentação extra é necessária para atingir as velocidades maiores de gravação é por conta da DealExtreme.
 Parte traseira do Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
 Parte inferior do Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
Abrindo a bandeja drive é possível observar duas lentes, uma amarelada e uma azulada, que fazem as leituras das mídias CD, DVD e Blu-Ray. Tem 8MB de buffer, o que é uma boa vantagem visto que há modelos que cortam custo no buffer, deixando com apenas 2MB. A interface é USB 2.0, de modo que não haverá gargalo no barramento USB.
 As duas lentes do Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW
Ao conectar o drive a uma porta USB do PC ou laptop com Windows Vista o reconhecimento é imediato e não há necessidade de instalar qualquer driver adicional. O drive é reconhecido como um “MATSHITA BD-CMB UJ-120 USB Device”, como era esperado. Dentre os IDs de hardware listados no gerenciador de dispositivos aparecem:
USBSTOR\CdRomMATSHITABD-CMB_UJ-120___1.01
USBSTOR\CdRomMATSHITABD-CMB_UJ-120___
USBSTOR\CdRomMATSHITA
USBSTOR\MATSHITABD-CMB_UJ-120___1
MATSHITABD-CMB_UJ-120___1
USBSTOR\GenCdRom
GenCdRom
Além disso, o dispositivo pai é indicado como sendo “USB\VID_05E3&PID_0701\5&1a5396ad&0&1″. Aparentemente há um dispositivo USB que é o adaptador IDE-USB do case e um segundo dispositivo, conectado ao primeiro, que é o drive instalado no case.
O SiSoft Sandra indica as seguintes informações na porta USB onde ele está instalado:
Root Hub: USB Port 1
Status : Device Connected
Device Connected to Port : USB Mass Storage Device
OEM Device Name : Genesys Logic USB 2.0 IDE Adapter
Device Version : 0.33
Device ID : VEN_05E3, DEV_0701, PRT_00
USB Version : 2.00
Speed : High (480Mbps)
Configuration Settings : 1
Open Pipes : 2
Transfer Type : Bulk
Data Packet Size : 64bytes
Nos testes deixei meio de lado as funções de gravação/leitura de CDs e DVDs pois já tenho drives específicos pra isso com um custo menor, logo não compensa ficar “gastando” o leitor do novo drive com eles, meu objetivo era realmente a leitura de Blu-ray e assim meus testes focaram nisso. Usando meu Blu-ray original do filme “Marley & Me” (Marley e eu) consegui assistí-lo tranqüilamente usando o Cyberlink PowerDVD (tanto a versão 8 quanto a 9) em um micro com processador Core 2 Quad. Aparentemente não há software gratuito que exiba filmes Blu-ray no Windows, então considere esse custo adicional. Donos de laptop também devem considerar que modelos mais antigos podem não ter poder de processamento suficiente e com isso a reprodução pode sofrer com frameskip (quadros pulados), mas isso não tem nenhuma relação com o drive que apenas faz a parte dele na leitura, cabe ao software decodificar o formato e reproduzí-lo. Não sei dizer se o WinDVD (concorrente do PowerDVD) consegue ser mais leve nesse sentido, pois não o tenho para testar. Ativar a opção em que o PowerDVD usa a aceleração da placa de vídeo também ajuda a diminuir a carga no processador e funciona tanto nas placas NVidia em desktops (não testei com ATI) quanto nas aceleradoras onboard da Intel presente em vários modelos de laptop.
No Blu-ray o mundo foi dividido em 3 regiões, o drive vem sem região selecionada de forma que o comprador pode selecionar qualquer uma delas e alterá-las por um número limitado de vezes. O Blu-ray dos meus testes é dos Estados Unidos, portanto Região A, a mesma do Brasil. Não precisei selecionar nenhuma região no drive para assistir o filme (ele permanece sem região selecionada), apenas no PowerDVD eu precisei configurar, mas talvez isso tenha relação com o AnyDVD HD que está instalado no meu sistema.
A velocidade de leitura de Blu-ray em 2X não é das mais rápidas, mas é suficiente para assistir vídeos. Não tenho Blu-ray apenas de dados para testar, mas copiar um Blu-ray de 40GB para o HD leva cerca de 2 horas. Fiz um backup do filme usando o AnyDVD para copiá-lo para o HD removendo a criptografia, o BD Rebuilder para recomprimir apenas o filme principal para caber em um DVD de única camada, mantendo a alta definição e convertendo o áudio de DTS 5.1 Master Lossless para Dolby Digital 5.1, e o AVCHDPatcher, para modificar o arquivo de indíce, de modo que o Blu-ray player o identifique como um disco AVCHD. O disco resultante foi gravado em um DVD de camada única e testado em um PlayStation 3, funcionando perfeitamente, com excelente imagem Full-HD 1080p sem perda perceptível em relação ao original, mantendo o áudio original, o dublado, todas as legendas e as divisões de capítulos. Desse modo, esse drive também é uma excelente opção para quem quer fazer backups de seus caríssimos filmes Blu-ray originais e assim usar somente a cópia, deixando os originais bem guardados, especialmente útil para crianças (e alguns adultos) que manuseiam os discos sem muito cuidado, com a vantagem extra de ir direto ao filme, sem ter que aguentar a falta de respeito imensa dos estúdios que obrigam o pobre coitado que pagou 25-30 dólares num filme original a assistir uma dúzia de trailers e avisos antes de conseguir chegar ao menu principal. So para exemplificar, no “Marley & Me” a falta de respeito foi tanta que não dá para ir direto ao menu principal, é preciso pular todos os trailers um a um e ver todos os avisos e vinhetas que não é nem possível pular, perdendo vários minutos para conseguir simplesmente assistir o filme.
Quanto à compra, foi feita no dia 28/06, enviada em 30/06, chegou ao Brasil em 06/07 caindo na maldita fiscalização da alfândega em São José dos Pinhais no Paraná, de onde saiu no dia 15/07 (dessa vez enrolaram 9 dias por lá) e ficou disponível na agência de correios no dia 17/07, onde um funcionário chato ficou falando mal de mim pelas costas (ouvi ele resmungando no telefone) porque eu não espero o aviso chegar antes de ligar e perguntar o valor para ir buscar logo. Não adianta explicar para aquela múmia que o aviso raramente vem, e dessa vez não foi exceção, mais uma vez o aviso não veio e se não fosse eu ficar de olho no rastreamento certamente o pacote acabaria voltando para Hong Kong depois de um mês. Abaixo o rastreamento dos correios:
| Data |
Local |
Situação |
| 20/07/2009 13:16 |
AC RIO CLARO – RIO CLARO/SP |
Entregue |
| Recebido por [REMOVIDO] |
| 17/07/2009 10:07 |
AC RIO CLARO – RIO CLARO/SP |
Aguardando retirada |
| Endereço: RUA 1,1171 – CENTRO |
| 16/07/2009 18:29 |
CTE CAMPINAS – VALINHOS/SP |
Encaminhado |
| Em trânsito para AC RIO CLARO – RIO CLARO/SP |
| 15/07/2009 16:12 |
CTE CURITIBA/ENC INTERNACIONAL – SAO JOSE DOS PINHAIS/PR |
Encaminhado |
| Em trânsito para CTE CAMPINAS – VALINHOS/SP |
| 08/07/2009 15:10 |
CTE CURITIBA/ENC INTERNACIONAL – SAO JOSE DOS PINHAIS/PR |
Encaminhado |
| Em trânsito para FISCALIZACAO/CUSTOMS/XX |
| 06/07/2009 16:46 |
BRASIL – BRASIL/XX |
Conferido |
| Recebido/Brasil |
O pacote foi tributado pela Receita Federal em Curitiba, consideraram que o valor do bem era 20 dólares americanos, valor tributável de R$ 40,29 e com isso o imposto não saiu tão caro: em R$ 24,17 (60% dos R$ 40,29). Aliás, saiu a alíquota que seria considerada justa, próximo aos valores cobrados no primeiro mundo nas ocasiões em que eles cobram impostos de importação, bem longe dos abusivos 60% definidos na lei brasileira. Eles não abriram o pacote, que veio descrito pela DealExtreme como “HARDWARE PARTS” e com valor declarado de 45 dólares de Hong Kong. “Hardware Parts” é uma descrição vaga, mas não está errada, logo não haveria desculpa para os fiscais enviarem para leilão, como disseram estar acontecendo com alguns pacotes segundo uma reportagem do Fantástico (não assisti, mas várias pessoas assistiram e me contaram). Por incrível que pareça não foi o Orlandão que colocou o imposto dessa vez, mas sim um cidadão cujas inicias são A. T. M., o A e o T foi ele mesmo que omitiu, e o M fui eu. Ele descreveu o bem como “Peças e Acessórios” na NTS.
 Pacote da DealExtreme com o Drive Óptico Portátil Combo Blu-ray, DVD+/-RW e CD-RW, tributado em Curitiba
Aguarde o próximo review. Se você também quiser fazer suas compras na DealExtreme, direto de Hong Kong, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
\\ tags: AnyDVD, AVCHDPatcher, BD Rebuilder, BD-ROM, Blu-Ray, CD, CD-R, Compras em Hong Kong, Compras na China, DealExtreme, Drive Óptico, DVD, DVD+R, DVD+RW, DVD-R, DVD-RW, Gravador, Gravador de DVD, Leitor de Blu-Ray, Playstation 3, PowerDVD, USB, WinDVD
 O review de hoje é de um Chaveador de Áudio/Vídeo Composto e S-Video com 4 portas (4-Port Composite/S-Video AV Media Signal Switch Box) adquirido na DealExtreme. Este equipamento permite conectar até 4 aparelhos (DVD, Videogame, TV por satélite, etc.) em uma TV/videocassete/etc. que tenha apenas um conjunto de entradas de áudio/vídeo. O destaque desse aparelho é que a saída e duas das entradas tem conexões S-Video, além das tradicionais conexões de video composto e áudio estéreo (3 plugs RCA). Enquanto as TVs recentes tem abundância de entradas, as TVs um pouco mais antigas em geral contam no máximo com apenas uma única entrada de video componente, uma única de S-Video e algumas de video composto.
Este chaveador é um equipamento que eu estava procurando há um bom tempo por aqui, nas lojas locais já era extremamente complicado explicar para os vendedores o que eu estava querendo, já que eles não sabem o que é um chaveador, switch, seletor ou seja qual for o nome escolhido. E o máximo que as lojas locais tem disponível é um chaveador amarelinho de má qualidade, apenas com vídeo composto e áudio estéreo, igual a esse da DealExtreme, cuja única diferença é ser azul em vez de amarelo. A DealExtreme também têm uma versão com S-Video, mas apenas um único S-Vídeo, totalmente inútil para meus propósitos. Tentei também nas lojas brasileiras que vendem pela internet sem nenhum sucesso, achei apenas um aparelho semelhante da Transcortec, mas o preço era tão abusivo que dava para comprar uma TV para cada equipamento e não precisar mais do chaveador . Já tinha desistido de encontrar esse equipamento no Brasil, pensei em construir um ou comprar no exterior algum modelo como esse da Dynex ou esse da Philips, que parecem ter até melhor qualidade que o da DX, além de terem mais portas S-Video, porém são mais caros e poderiam complicar minha passagem pela alfândega na volta ao Brasil. E poucos dias antes de viajar apareceu esse modelo na DealExtreme, e assim resolvi comprá-lo.
O dispositivo traz como modelo AV-109, aparentemente não há nome de fabricante, ou se houver, está em chinês e não pude compreender. São quatro entradas e uma saída, sendo que as entradas 1 e 2 possuem S-Video e as demais apenas video composto. A seleção é feita através de um dial bastante macio, e um indicador mecânico marca qual entrada está selecionada. O dispositivo não precisa de alimentação pois todas as conexões são apenas mecânicas. Na parte traseira da embalagem há um exemplo de utilização com um aparelho de DVD e três videogames. Curiosamente o esquema na parte de trás não mostra nada sobre a porta S-Video. O dispositivo vem acompanhado de um daqueles cabo de áudio e vídeo padrões de qualidade sofrível, com três plugs RCA em cada ponta: vídeo composto (amarelo) e áudio estéreo (branco e vermelho).
A qualidade da imagem e som parece não sofrer alterações por conta do chaveador, concluo que foi uma boa compra. O fabricante ficou devendo apenas mais portas S-Video, seria melhor se tivesse S-Video em todas as quatro entradas em vez de apenas em duas.
 Chaveador de áudio e vídeo com S-Video na sua embalagem original
 Parte traseira da embalagem do chaveador de áudio e vídeo com S-Video
 Chaveador de áudio e vídeo com S-Video e cabo RCA triplo que acompanha o produto
 Conectores na parte traseira do chaveador de áudio e vídeo com S-Video
 Visão superior do chaveador de áudio e vídeo com S-Video
Quanto à compra, pedido feito em 08/06, mas enviado apenas em 19/06, ou seja, a DealExtreme deu uma boa enrolada e ultrapassou o prazo típico previsto que estava em 2-5 dias úteis. O pacote acabou chegando aqui no dia 08/07, exatamente um mês depois. A descrição veio como “AV EQUIPMENTS”, com valor declarado em 40 dólares de Hong Kong (cerca de 10 reais), e sem registro, por se tratar de compra de valor inferior a 15 dólares americanos. O pacote não foi tributado.
 Pacote com chaveador de áudio e vídeo (à esquerda)
Aguarde o próximo review, que é de um Drive Óptico Externo Portátil Slim USB 2.0 Combo Blu-Ray 2X + DVD+/-RW 8X + CD-RW 8X (Slim Portable USB 2.0 2X Blu-Ray + 8X DVD+/-RW + 8X CD-RW Combo External Optical Drive). Se você também quiser fazer suas compras na DealExtreme, direto de Hong Kong, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
\\ tags: Áudio, Chaveador, Chaveador de Áudio e Vídeo, Chaveador de S-Video, Compras em Hong Kong, Compras na China, DealExtreme, Media Signal Switch Box, Switch, Televisão, TVs, Vídeo
 Recentemente fiz essas três compras na DealExtreme de três pacotes com 4 baterias AAA NiMH recarregáveis 750mAh, 1.2V, pré-carregadas, GS Yuasa Enitime (Gsyuasa Enitime Pre-Charged 750mAh 1.2V Rechargeable NiMH AAA Batteries (4-Pack)). Os três pacotes foram comprados separados para que fossem enviados também separados, em envelopes pequenos e sem registro (código de rastreamento) para evitar tributações na nossa terra dos impostos.
O primeiro pacote dessas pilhas GS Yuasa NiMH AAA deverá alimentar um mouse sem fio Logitech VX-Nano, que usa apenas 2 pilhas AAA (e vem acompanhado de um par de alcalinas), então deve ficar um par de reserva, pronto pro uso já que elas são de baixa auto-descarga. Os outros dois pacotes vão para alimentar um para de rádios Cobra microTALK CXT90, que usam 4 pilhas AAA cada um, e vem acompanhado de 8 pilhas AAA NiMH da marca chinesa Jumpsun, com capacidade nominal de apenas 300mAh, o que significa que as Enitime podem dobrar a autonomia dos rádios, além de deixá-los prontos para usos inesperados em que não dá para ficar esperando as baterias recarregarem.
Um review completo dessas pilhas já foi feito quando comprei a primeira cartela em março deste ano, assim não farei um novo review, vou apenas acrescentar que as primeiras estão no Controle Remoto de PC desde que ele foi adquirido em abril e até agora não precisaram de nenhuma recarga. Além disso, tenho um jogo de GS Yuasa Enitime AA funcionando perfeitamente na minha máquina fotográfica.
Eis as datas dos pedidos, envios e chegadas:
- 1º Cartela: Pedido feito em 08/06, enviado em 11/06, chegou em 29/06.
- 2º Cartela: Pedido feito em 24/06, enviado em 27/06, chegou em 13/07.
- 3º Cartela: Pedido feito em 25/06, enviado em 25/06, chegou em 08/07.
Todos os pacotes foram devidamente liberados sem tributação pela Receita Federal em Curitiba, conforme pode ser visto pelos carimbos. É interessante destacar que o terceiro pedido acabou sendo enviado antes do segundo, enquanto o segundo aguardou 3 dias, o primeiro foi enviado no mesmo dia do pedido, pela lógica dois pedidos idênticos deveriam ser atendidos na ordem em que foram feitos. Então a pergunta que fica sem resposta é: por que a DealExtreme passou na frente um pedido que foi feito depois?
E seguem as fotos dos pacotes:
 Primeiro pacote da DealExtreme com as pilhas GS Yuasa NiMH AAA
 Primeira cartela de pilhas GS Yuasa NiMH AAA de baixa auto-descarga
 Segundo pacote da DealExtreme com as pilhas GS Yuasa NiMH AAA (à direita)
 Segunda cartela de pilhas GS Yuasa NiMH AAA de baixa auto-descarga
 Terceiro pacote da DealExtreme com as pilhas GS Yuasa NiMH AAA
 Terceira cartela de pilhas GS Yuasa NiMH AAA de baixa auto-descarga
Aguarde os próximos reviews. Se você também quiser fazer suas compras na DealExtreme, direto de Hong Kong, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
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 Demorou, mas vai sair o que deve ser pelo menos a primeira parte do review do Navegador GPS 5.0″ LCD, 372 MHz de CPU, Windows CE 5.0, Bluetooth, Tranmissor FM e Cartão SD de 2GB com mapas (5.0″ LCD 372MHz CPU Windows CE 5.0 Bluetooth + GPS Navigator w/FM Transmitter + 2GB Maps SD) adquirido na DealExtreme.
Na verdade eu gostaria de fazer um review mais completo, com vídeos mostrando o funcionamento do GPS, como navegador nas ruas e também nas funções extras de media player, etc. Mas para fazer tudo isso o review acabaria demorando bastante, já que iria precisar de tempo e ajuda para fazer os vídeos, já que não dá para dirigir e filmar ao mesmo tempo. Então acabei optando por fazer uma primeira parte apenas com algumas fotos e texto e deixar os vídeos para uma próxima oportunidade.
Esse GPS não tem um fabricante definido e utiliza uma caixa genérica que serve para vários modelos da DealExtreme, que diferem basicamente no tamanho da tela, e presença ou ausência de recursos como transmissor FM, entrada de vídeo, bluetooth, etc. Acabei escolhendo o modelo que era apenas 4 dólares mais caro que o valor que eu tinha como store credit devido à devolução de um HD defeituoso, e a DX acabou nem cobrando essa diferença.
 Caixa genérica do Navegador GPS
O navegador GPS em questão tem tela de 5.0 polegadas com 480 x 272 pixels de resulução, CPU de 372 MHz, vem com Windows CE 5.0 e tem todos os opcionais: bluetooth, transmissor FM e entrada de vídeo. Além disso ele vem acompanhado de um cartão SD de 2GB, contendo o programa iGO e mapas dos EUA e Canadá.
O bluetooth permite que o aparelho funcione como viva-voz do celular, fazer chamadas através dele, provavelmente tem outras funções também, mas não as explorei. O transmissor FM transmite todos os sons (música, vídeo, instruções GPS e o que vier via bluetooth) para o sistema de som do veículo, basta escolher a freqüência desejada (qualquer freqüência na faixa de FM pode ser utilizada) e sintonizar a mesma freqüência no som do carro, tomando o cuidado de deixar algum fio conectado para servir como antena (o do carregador já serve).
A tela tem 5.0 polegadas, 480 x 272 pixels e é touch-screen (sensível ao toque), funcionando tanto com os dedos como com a caneta stylus que o acompanha. O sistema operacional é o Microsoft Windows CE 5.0, originalmente em inglês, mas várias outras línguas podem ser escolhidas, incluindo o português. Não sei dizer se esses Windows são realmente originais e se a Microsoft recebeu pelas licenças deles, se tratando de produto sem marca fabricado na China, fica a dúvida, mas vamos acreditar que está tudo em ordem.
A CPU é Atlas-III de 372 MHz, segundo a DX. O dispositivo possui 64MB de memória RAM, uma bateria recarregável de lítio de 900mAh, que infelizmente não dura muito e se esgota em pouco tempo se o aparelho for usado sem estar conectado a uma fonte de energia, ou seja, para usá-lo a pé ou de bicicleta é preciso superar esse problema da bateria, mas no carro basta utilizá-lo sempre ligado à energia.
O chip de GPS é o SiRF-III, que pode se conectar a 12 satélites ao mesmo tempo segundo a DX e 20 segundo a Wikipedia, seja lá qual for o número verdadeiro é mais do que suficiente para funcionar perfeitamente, visto que são apenas 28 satélites orbitando a Terra no total, sendo 4 sobressalentes, e em qualquer lugar do planeta apenas uma parte deles estará em linha de visada com o navegador.
O navegador vem com um cartão SD de 2 GB que contém o software iGO com mapas dos EUA e do Canadá. Apaguei o conteúdo dele e substituí por uma versão mais atualizada do iGO 8 com textos em português, voz em português com sintetizador (Gabriela TTS) e mapas de todo o Brasil, tudo obtido no GpsBra.com. Também não sei dizer se o fabricante pagou a licença de uso do iGO, e muito menos se a licença original (caso exista) dá direito a atualização para a versão mais atual, o mesmo se aplica aos mapas do Brasil, mas mais uma vez, acredito na boa fé do fabricante, seja ele quem for. O slot SD aceita cartões de até 8GB (possivelmente mais) o que indica suporte a SDHC, apesar do cartão incluso ser apenas SD. Outros softwares de navegação compatíveis com o Windows CE podem ser instalados sem problema, basta indicar em um dos menus de configuração qual é o caminho do executável do navegador.
O navegador também funciona como MP3 e MP4 player, tocando diversos formatos de áudio e vídeo, mas nem tive curiosidade de testar isso ainda, então isso fica para a próxima parte do review. Ele também abre arquivos de imagem (fotos) e é um leitor de ebook, funções que também não testei. Segundo a DX os formatos suportados são: WMV9, MPEG4, DivX 5.0, XVid, MPEG-2, WMV, ASF, AVI, MP4, JPG, BMP, GIF, PNG, sendo o JPG com resolução máxima de 1280 x 960 pixels, o que o excluíria da função de visualizador de tela grande de fotos recém-tiradas, exceto para os tiradores de fotos VGA que existem por aí. Na lista de formatos há mistura de containers com codecs e uma bagunça toda, então não dá pra garantir muita coisa sem testar, fico devendo os testes de verdade porque não me interessei muito por essas funções extras.
O Windows CE suporta ActiveSync, alguma tecnologia de sincronização da Microsoft que eu não tive o menor interesse em descobrir do que se trata, mas só pra constar estou dizendo , você verá o Windows Vista baixar e instalar drivers na primeira vez que conectá-lo ao PC.
Dentre os acessórios inclusos estão o cartão SD de 2GB com o iGO e os mapas dos EUA e Canadá, o carregador de corrente alternada bivolt (100V~240V AC), um fone de ouvido stereo com plug de 2,5mm, um cabo USB, um carregador de automóvel de corrente contínua (12V~24V DC), suporte para fixá-lo ao vidro do carro (com ventosas), caneta stylus e um manual em inglês bem básico.
 Navegador GPS e seus acessórios
A interface é bem intuitiva, com as várias opções logo no menu inicial: navegação (entra no programa de navegação configurado, por padrão o iGO, mas pode ser qualquer outro compatível com o Windows CE), música, vídeo, fotos, livros, flash (ele também visualiza arquivos flash), bluetooth, jogos (ele também tem alguns joguinhos), ferramenta, ajustes (configurações) e GPS Info (que mostra informações de conexão com os satélites, latitude, longitude, altitude, horário, etc) sem necessidade de acessar o programa de navegação.
 Interface dos menus do Navegador GPS
 Menu do navegador GPS
Na lateral do aparelho temos uma entrada mini-USB que é onde são ligados os carregadores (tanto o de carro quanto o de tomada), e o cabo USB, que serve tanto para recarregá-lo pegando energia do barramento USB quanto para acessar os dados do cartão SD e da memória interna do navegador. Ao lado uma saída para fone de ouvido, uma entrada de áudio e vídeo que não cheguei a testar (não vem cabo), mas ele também pode ser comprado na DealExtreme e, segundo relatos, basta plugar uma fonte de vídeo que o navegador passa a mostrar o vídeo da entrada. Ainda na lateral temos o slot para cartões SD e um botão de reset, escondido e acessível com um palito de dente ou algo parecido, deve ser útil em caso de travamentos, mas nunca precisei usá-lo.
 Lateral do aparelho com a porta USB, a saída de fone de ouvido, a entrada de áudio e vídeo e o slot de cartão SD
A caneta stylus é retrátil e fica presa na parte de trás do adaptador que permite colocar o navegador no suporte que pode ser preso ao vidro do carro através de ventosas. Em cima do navegador há inscrições: “GPS”, “Very Good” e “Very Powerful”, uma auto-promoção meio esquisita.
 Parte de cima do navegador e caneta stylus
Agora vamos falar da experiência de uso do que é mais importante em um navegador GPS: a navegação. Ao ligar o aparelho ele já vai procurar os satélites, mesmo se você não entrar no programa de navegação, demora alguns segundos até ele conseguir se conectar a pelo menos 3 satélites que é o mínimo para que ele consiga identificar uma posição. Vale destacar que ele só conseguirá conectar se estiver em ambiente aberto, dentro de ambientes fechados ele fica sem sinal. Até mesmo dentro do carro é recomendável deixá-lo preso ao pára-brisa ou sobre o painel, pois se você resolver deixá-lo sobre o banco do passageiro (por exemplo) ele provavelmente não encontrará sinal também.
 Tela inicial do navegador GPS
O software iGO é relativamente fácil, não é a coisa mais intuitiva do mundo mas em pouco tempo consegui utilizá-lo sem grandes problemas. Tendo conexão com satélite ele imediatamente identifica sua posição no mapa. Você pode buscar seu destino pelo endereço ou mesmo procurá-lo no mapa. A rota traçada pode ser a mais fácil, mais curta, mais rápida, mais econômica, etc. Você também pode configurá-lo para recalcular a rota caso você erre ou resolva por qualquer motivo não seguir alguma instrução. O software também tem um mini computador de bordo que marca a velocidade atual, velocidade média, mínima, máxima, altitude atual, mínima, máxima, total de quilômetros rodados, total de tempo rodado, tempo rodando e tempo parado e diversas outras informações.
 Mapa no iGO durante simulação de navegação
Os mapas tem informação de postos de gasolina (identificados pela respectiva bandeira: Esso, Shell, etc.), supermercados, e muitos outros pontos de interesse. Você pode buscar por eles ou simplesmente visualizar os símbolos no mapa conforme se aproxima deles. As instruções são tanto visuais (através de setas, nome da próxima rua, etc.) quanto sonoras, o sintetizador de voz fala o português quase perfeitamente, e fala não apenas a direção a ser tomada, mas também os nomes das ruas, a saída que deve ser tomada em uma rotatória, avisa antecipadamente qual será a próxima manobra, etc.
Ainda não utilizei-o para ir em algum lugar que não saberia chegar sem ele, ou seja, foram apenas testes. Mas ele se saiu bem na grande maioria dos casos. Entretanto, alguns probleminhas surgiram. O primeiro que notei foi que baixei um iGO que já estava skins e opções de personalização que o deixam ainda mais completo e bonito, tanto com informações úteis quando com detalhes cosméticos como a representação de um carrinho (marca e modelo à sua escolha) em vez da tradicional setinha. O problema disso tudo é que o software acaba ficando muito pesado para os apenas 64MB de RAM do navegador e aí a voz começa a enroscar e o mapa começa a sumir/aparecer detalhes. Resolvi isso colocando o software de volta no skin padrão e desabilitando as firulas desnecessárias que não fazem parte do padrão. Com o skin padrão pude deixar os níveis de detalhes no máximo sem qualquer problema.
O sistema GPS que utilizamos tem uma margem de erro de 10 metros, o iGO é inteligente o suficiente para perceber o erro e te “puxar” para a pista mais próxima, de modo que ele não vai ficar te mostrando andando em cima da calçada ou de prédios. Ele também é esperto o suficiente para saber que em ruas/pistas paralelas de mãos contrárias, você provavelmente estará andando na mão e assim não vai te colocar andando na contra-mão na pista ao lado, mesmo que a posição do GPS indique isso. Mas em alguns casos extremos o erro ultrapassa os 10 metros, não sei se por imprecisão do aparelho ou se por imprecisão do próprio mapa, e aí você pode aparecer fora da pista (na estrada) ou mesmo na rua errada (na cidade). Felizmente esse problema eu percebi apenas em curtos trechos da Rodovia Washington Luís e em algumas ruas de uma cidade próxima.
Os mapas são bons, mas ainda tem alguns probleminhas menores, como por exemplo: uma rotatória da minha cidade que passou por reformas no ano passado ainda está no mapa com seu modelo antigo. E há alguns probleminhas mais sérios, já vi dois pontos da minha cidade onde o navegador diz para virar à esquerda em ruas paralelas de forma que eu estaria cruzando a outra via em locais onde isso é proibido, então é altamente recomendável não confiar apenas no GPS e prestar atenção nas placas para ver se as conversões são realmente permitidas ou se uma mão de direção não mudou.
O navegador também mede a velocidade, ela é sempre ligeiramente inferior à marcada pelo velocímetro do carro, provalmente é o navegador que está certo, pois os velocímetros de carro são famosos por não serem calibrados e marcarem sempre uma velocidade pouco acima da real. O iGO te avisa caso você ultrapasse o limite de velocidade, o problema aqui é que a velocidade máxima que está cadastrada nos mapas freqüentemente está errada, em geral é uma velocidade só pra rodovias inteiras, outra pra cidade, etc. sem as diferenças em trechos determinados. Ele também avisa de radares cadastrados, note que não se trata de detector de radar (proibido por lei), mas apenas de um aviso para radares que estão pré-cadastrados no mapa. Aqui notei que há varios radares cadastrados corretamente, tanto na cidade como nas rodovias, e não são apenas radares fixos mas também pontos onde costumam ser colocados radares móveis. Porém também notei que alguns radares fixos relativamente antigos não estão cadastrados. O iGO também calcula o tempo estimado de chegada ao destino, geralmente superestimado inicialmente, pois ele supõe que você vai o tempo todo na velocidade máxima, ignorando cruzamentos, semáforos, pedágios, etc. mas conforme você vai dirigindo ele vai percebendo a realidade e fazendo uma estimativa melhor.
Na hora de desligar o GPS aparece uma pergunta em alguma língua que desconheço, aparentemente falhou a tradução, com um contador de 20 segundos e botões laranja e vermelho. Descobri que o laranja é dormir enquanto que o vermelho é desligar. Usando o dormir a memória RAM não é apagada, o navegador volta no mesmo estado em que estava ao ser desligado, inclusive volta dentro do iGO com o mesmo posicionamento no mapa, etc. Além disso, ele acha os satélites bem mais rápido quando “acorda” do que ao ser ligado, e não perde a hora atual. O modo dormir consome bateria, mas o consumo é baixo o suficiente para que ele consiga ficar nesse estado por vários dias. Se optar por desligar, ao ser religado o GPS precisa achar os satélites novamente e a hora volta zerada, porém não é necessário ajustá-la manualmente, ao localizar o satélite ele pega a hora do mesmo e já coloca no fuso horário selecionado.
Quanto ao pacote, foi enviado em 15/06, chegou ao Brasil em 22/06, e após ser tributado pelo Orlandão em São José dos Pinhais, seguiu para seu destino ficando disponível para retirada em 27/06. Valor do bem arbitrado em 90 dólares, com descrição “ELETRÔNICO”. O Orlandão não costuma chutar valores tão altos para os produtos, então suponho que o que deve ter causado isso foi a descrição que a DealExtreme usou no pacote “GPS Gadgets”, altamente comprometedora. Com isso o imposto ficou em R$ 108,40, ainda assim abaixo da alíquota de 60% determinado pela lei dos tempos do Collor que fazia sentido na época mas que hoje é totalmente abusiva e absurda.
| Data |
Local |
Situação |
| 30/06/2009 14:22 |
AC RIO CLARO – RIO CLARO/SP |
Entregue |
| Recebido por [REMOVIDO] |
| 27/06/2009 09:41 |
AC RIO CLARO – RIO CLARO/SP |
Aguardando retirada |
| Endereço: RUA 1,1171 – CENTRO |
| 26/06/2009 16:16 |
CTE CAMPINAS – VALINHOS/SP |
Encaminhado |
| Em trânsito para AC RIO CLARO – RIO CLARO/SP |
| 25/06/2009 16:12 |
CTE ENCOMENDAS INTERNACIONAIS – SAO JOSE DOS PINHAIS/PR |
Encaminhado |
| Em trânsito para CTE CAMPINAS – VALINHOS/SP |
| 22/06/2009 15:58 |
BRASIL – BRASIL/XX |
Conferido |
| Recebido/Brasil |
 Pacote da DealExtreme com o GPS, tributado em Curitiba
Concluo essa primeira parte do review dizendo que foi uma ótima compra, principalmente considerando que gasta-se aproximadamente o dobro para comprar o navegador GPS mais barato disponível no Brasil. Fico devendo mais fotos e vídeos do funcionamento do navegador GPS, e também o review sobre as funções extras (música, vídeos, fotos, e-book, etc.). Aguarde a próxima parte para algum dia e os próximos reviews. Se você também quiser fazer suas compras na DealExtreme, direto de Hong Kong, clique aqui e boas compras.
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escrito por Fabricio
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