jul 04 2007

(sem título)

Philipe Pamplona Corte Real, 16 anos, morreu nesse final de semana com um tiro de fuzil durante uma brincadeira no quartel do Exército TG 3 – Tiro de Guerra, em São Fidélis, no interior do Estado do Rio de Janeiro.

Corte Real e o atirador do Exército Maurício Mattar, 18 anos, visitavam o quartel na noite de sábado, quando Mattar pegou um fuzil 7.62 e, acreditando estar descarregado, disparou na direção do amigo, que foi atingido no pescoço.

A tragédia chocou a pequena cidade e deixou a família de Philipe revoltada. “Quero que feche essa porcaria de Tiro de Guerra. Nada vai trazer meu filho de volta, mas alguém tem que ser responsabilizado e não pode ser o garoto (Maurício). A culpa é da irresponsabilidade do Exército, que deixa armas pesadas e carregadas nas mãos de adolescentes”, afirmou o empresário Paulo César Pamplona Corte Real, 51 anos, pai da vítima.

Fonte: Terra

Concordo plenamente com o pai do rapaz, tem que fechar a porcaria do Tiro de Guerra, tem que responsabilizar não apenas o rapaz que atirou, mas também quem obrigou os dois rapazes a fazer o Tiro de Guerra.

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