out 18 2017

Playstation VR – Fnac no Aeroporto Charles de Gaulle – Paris – França

Neste artigo falo sobre um Playstation VR, adquirido na loja da Fnac que fica na área de embarque do terminal 2E do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris – França.

Motivação

Conforme eu já expliquei no artigo sobre o iPhone 7 128GB adquirido na Apple Store em Amsterdã – Holanda e no artigo sobre o  Playstation 4 Pro, que adquiri em Trieste – Itália, em minhas viagens anteriores para a Europa, todas a trabalho, sempre acabei desperdiçando a cota de produtos que poderia trazer sem impostos.

A única exceção havia sido um Chromecast 2 comprado justamente em uma Fnac em Paris – França, porém na loja da Avenida Champs-Élysées, como já relatei aqui no Skooter Blog.

Dessa vez decidi que seria diferente. A princípio eu pensava em adquirir o Playstation 4 Pro nesta Fnac que fica na área de embarque do terminal 2E. Mas ao procurar o horário de funcionamento da loja no site acho que acabei me confundindo e pensando que ela estaria fechada na hora em que eu estaria por lá. Na verdade são várias lojas da Fnac dentro do Aeroporto Charles de Gaulle, e os horários de funcionamento são diferentes, provavelmente de acordo com os horários em que tais terminais são usados.

Por conta disso fiz a compra do Playstation 4 Pro em Trieste, na Itália. Testei-o e depois despachei-o com a minha bagagem, primeiramente em Trieste e depois em Roma, dessa segunda vez direto para o Brasil. Chegando no Charles de Gaulle em Paris, fomos atrás de fazer todo o conturbado processo de obter o carimbo da alfândega no formulário de reembolso do iPhone 7 128GB, que envolveu sair da área de segurança, e depois voltar para a área de embarque, passando por uma fila considerável no setor de controle de passaportes.

Quando finalmente chegamos ao terminal de embarque, ainda havia sobrado um tempinho. Saímos então para procurar algo para comer. Bisonhamente a única opção neste terminal é um quiosque de fast-food oriental (não lembro se era chinês ou japonês) caríssimo.

Mas na busca por comida acabamos passando pela Fnac e… ela estava aberta! 🙂 Como ela é duty-free, o Playstation 4 Pro estava por 384,99 Euros, um pouco mais barato que os 399,98 da GameStop em Trieste. Porém, o da GameStop estava com a promoção que vinha com os dois jogos. Acho que os dois jogos (Deformers e Final Fantasy XV) valem os 15 Euros a mais. E caso eu tivesse obtido o reembolso do imposto ele ainda sairia mais barato.

De qualquer forma entrei na loja e dei uma olhada nos itens da Fnac. Eis que olhei para o Playstation VR, e o  Playstation VR olhou para mim. Ele fez uma cara de “me leva”, mas eu já tinha comprado o Playstation 4 Pro que estava planejado, então deixei ele por lá mesmo.

O embarque já estava quase para começar e eu estava ainda na dúvida se deveria ou não trazer o Playstation VR. Como eu mencionei no artigo sobre o Playstation 4 Pro, este é o tipo de coisa que eu sempre planejo antes. Não costumo fazer compras de impulso de valores altos.

Aí comecei a ponderar os prós e contras. Começando pelos contras:

  • Playstation VR é apenas uma acessório, mas custa o mesmo que o console. O custo dele na Fnac era o mesmo do Playstation 4 Pro, 384,99 Euros.
  • Playstation VR não é essa revolução toda que alguns entusiastas propagam. Eu já jogo videogame há 30 anos e já vi essa história várias vezes. Eu vi os óculos 3D nascerem e morrerem duas vezes, no Master System e nessas duas últimas gerações. Eu vi a Nintendo apostar nos controles de movimento no Wii e abandona-los no Switch. Curiosamente esse tipo de controle ganha sobrevida com o Playstation VR. Eu vi o Kinnect, eu vi as armas que atiram na tela. Enfim, eu vi muito acessório bacana, principalmente em jogos casuais. Mas, no final das contas, nos divertimos um tempo com eles, e depois sempre voltamos a jogar da maneira tradicional.
  • Ainda não há muitos jogos para o Playstation VR, e não há nenhum jogo imperdível. Há bons jogos que devem sair com versão VR, como o Gran Turismo Sports. Mas aposto que o VR será mais uma curiosidade para jogar de vez em quando do que o modo padrão de jogo. Será preciso escolher entre o gráfico primoroso ou a imersão. Não dá para ter os dois com a tecnologia atual, principalmente levando em consideração que a Sony teve que abrir mão de mais resolução para não deixar o dispositivo ainda mais caro.

Mas também fiz uma listinha de prós:

  • Ainda que seja um acessório para poucos jogos casuais, a realidade virtual é algo muito bacana. Meu primeiro e único contato com VR havia sido com o celular de um primo. Ele comprou um Samsung Galaxy S7 Edge com o Samsung Gear VR. Não fosse por esse primeiro contato com resultado positivo eu não arriscaria, visto que algumas pessoas passam mal com o acessório.
  • Era uma oportunidade única de comprar o Playstation VR sem pagar o custo Brasil. Não tenho ideia de quando vou viajar para o exterior de novo. E dei aquela conferida no Buscapé e no Mercado Livre e vi que os preços por aqui estavam bem maiores.
  • Eu já tinha os demais acessórios que são requisitos para o Playstation VR, que são os Playstation Move Motion Controller e a Playstation 4 Camera. Inclusive eles estavam um tanto sub-utilizados ultimamente. Puderam voltar à ativa.
  • Playstation VR é o primeiro óculos de realidade virtual para um console. Provavelmente não terá um número muito expressivo de vendas. Suponho que no futuro ele poderá ter um valor considerável, tal qual os Óculos 3D do Master System, que são muito difíceis de achar em bom estado hoje em dia. Na caixa então, quando se encontra custa bem caro. É possível que o Playstation VR tome o mesmo caminho e tenha um valor considerável no futuro.
  • Na dúvida, com poucos minutos para decidr, era melhor comprar. Eu ainda teria uma longa viagem de volta para decidir se valeria a pena ou não. Se não quisesse ainda poderia revende-lo com lucro. Até fiquei dois dias com ele em casa sem abrir. Fiquei jogando o Horizon Zero Dawn, que eu recebi antes de viajar, mas nem tinha dado tempo de ver. Só então decidi que ia ficar mesmo com o Playstation VR. E assim abri e instalei.

A Compra

Como pode ser visto na seção anterior, a minha lista de prós superou a de contras. Tomei a decisão e voltei rapidamente na Fnac para fazer a compra. Depois voltei rapidamente para o portão de embarque onde estava começando o embarque de quem tinha o Sky Priority. E eu tinha, sabe-se lá porque, pois minha passagem era econômica, sem nada adicional.

Tudo certo, tudo resolvido, até que fui procurar a passagem para embarcar e não achei. Lembrei que precisei mostra-la na loja para fazer a compra (requisito em qualquer duty free) e achei que tinha esquecido lá. Voltei correndo até a loja, o vendedor disse que não estava lá e só aí percebi que tinha tirado do passaporte (onde costumo deixar) e colocado na carteira sem querer, durante a compra. Voltei correndo mais ainda até o portão. Embarquei cansado, mas feliz. 🙂

Por isso é bom sempre planejar…

O cupom da compra do Playstation VR na Fnac

O cupom da compra do Playstation VR na Fnac

Unboxing

Quando finalmente resolvi que ia ficar com o Playstation VR para mim, abri a caixa e tirei todos os itens. São muitos cabos, tanto que a Sony até resolveu numera-los para facilitar a instalação.

Playstation VR, na sacola da Fnac

Playstation VR, na sacola da Fnac

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Apesar da indicação na embalagem de que o dispositivo funciona com 220~240V, ele também funciona perfeitamente com 127V.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Playstation VR, em sua embalagem.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR, com sua fonte e fones de ouvidos.

Módulo Conversor do Playstation VR.

Módulo Conversor do Playstation VR.

Módulo Conversor do Playstation VR.

Módulo Conversor do Playstation VR.

Tecido para limpeza, Blu-ray de demos, e folhetos do Playstation VR.

Tecido para limpeza, Blu-ray de demos, e folhetos do Playstation VR.

Cabos HDMI que acompanham o Playstation VR.

Cabos HDMI que acompanham o Playstation VR.

Extensor dos cabos HDMI do Playstation VR.

Extensor dos cabos HDMI do Playstation VR.

Cabo HDMI do Playstation VR.

Cabo HDMI do Playstation VR.

Cabo de Alimentação do Playstation VR.

Cabo de Alimentação do Playstation VR.

Cabo de Alimentação do Playstation VR.

Cabo de Alimentação do Playstation VR.

Óculos do Playstation VR.

Óculos do Playstation VR.

Óculos do Playstation VR.

Óculos do Playstation VR.

Óculos do Playstation VR.

Óculos do Playstation VR.

Instalação

A instalação do Playstation VR é um tanto chata. A saída HDMI do Playstation 4 deve ser desconectada da TV/Receiver e conectada ao módulo do Playstation VR. Do módulo do Playstation VR sai um cabo HDMI que vai até a TV/Receiver. Desse modo, o módulo do Playstation VR sempre fica de intermediário entre o Playstation 4 e a TV/Receiver, ainda que o conteúdo sendo reproduzido não seja de realidade virtual e ele esteja em modo de espera.

Mas não é só isso, o Playstation VR também precisa ser conectado ao Playstation 4 através de um cabo USB. Felizmente o Playstation 4 Pro tem uma porta USB a mais que o modelo anterior, e essa porta extra é na parte traseira. Assim não se ocupa uma porta dianteira permanentemente e o resultado é esteticamente melhor.

Por fim, os óculos são conectados ao módulo do Playstation VR com dois cabos HDMI (que estão grudados, pelo menos isso para facilitar). Aparentemente é um para cada tela. Mas considerando que a resolução das duas telas juntas é 1920×1080, não entendo porque um único cabo não é suficiente.

O cabo dos óculos do Playstation VR é relativamente curto, mas uma extensão também já vem na embalagem. Junto aos óculos há um pequeno módulo com o botão de ligar/desligar e botões que controlam o volume em uma saída P2 para fones de ouvido, que também vem no pacote.

Para completar, é claro que o Playstation VR tem sua própria fonte de alimentação, então agora precisamos de mais uma tomada.

Enfim, uma bagunça assim para conectar um acessório eu não vejo desde que a Sega lançou o Sega CD e o 32X para o Mega Drive.

Playstation VR, já instalado.

Playstation VR, já instalado.

Playstation VR, já instalado.

Playstation VR, já instalado.

Playstation VR, já instalado.

Playstation VR, já instalado.

Playstation VR, já instalado no Playstation 4 Pro, e em modo de espera.

Playstation VR, já instalado no Playstation 4 Pro, e em modo de espera.

Playstation VR, já instalado no Playstation 4 Pro, e em modo de espera.

Playstation VR, já instalado no Playstation 4 Pro, e em modo de espera.

Playstation VR, já instalado no Playstation 4 Pro, e em modo de espera.

Playstation VR, já instalado no Playstation 4 Pro, e em modo de espera.

Testes

Com o Playstation VR finalmente instalado era hora de instalar o Blu-ray de demos para testa-lo. Mas no meio da instalação ocorreram erros de leitura. Tentei de novo, erros de novo. Não é que o disco estava com defeito? Felizmente o disco de demos pode ser baixado na PSN americana.

De qualquer forma vale a pena baixar o disco na PSN americana pois ele tem todo o conteúdo da versão europeia e muito mais. Por algum motivo os europeus ficaram com menos conteúdo.

Estes são os jogos disponíveis no disco de demos baixado da PSN americana:

  1. Allumette (Penrose)
  2. Battlezone (Rebellion)
  3. DriveClub VR (SIE WWS)
  4. Eve: Valkyrie (CCP Games)
  5. Gnog (KO_OP)
  6. Harmonix Music VR (Harmonix Music Systems)
  7. Headmaster (Frame Interactive)
  8. Here They Lie (SIE WWS)
  9. Job Simulator (Owlchemy Labs)
  10. PlayStation VR Worlds (SIE WWS)
  11. Resident Evil 7 biohazard — Kitchen Teaser (Capcom CO., LTD.)
  12. Rez Infinite (Enhance Games)
  13. Rigs Mechanized Combat League (SIE WWS)
  14. Thumper (Drool)
  15. Tumble VR (SIE WWS)
  16. Until Dawn: Rush of Blood (SIE WWS)
  17. Wayward Sky (Uber Entertainment)
  18. Within (Within)

Gostei bastante dessas demos, a primeira que vi foi o Playstation VR Worlds, em que somos levados ao fundo do mar. Muito interessante. Também me chamou a atenção o Headmaster, em que podemos cabecear uma bola virtual para o gol, usando os óculos de uma forma um tanto diferente. Como fã de jogos de corrida, o jogo em que passei mais tempo até agora foi o DriveClub VR. 

Aproveitei também para baixar uma série de outros conteúdos na PSN americana. Vale lembrar que o Playstation VR não vive só de jogos. As chamadas “experiências” também são muito interessantes. Joshua Bell VR, por exemplo, é um vídeo onde podemos assistir a performance do músico como se estivéssemos ali no estúdio. E não são apenas câmeras de 360º, você consegue realmente se deslocar um pouco para os lados e ver a cena por ângulos ligeiramente diferente. A sensação de direção do som também é perfeita, dá para ir virando a cabeça e perceber exatamente de onde os sons estão vindo.

No aplicativo do Youtube também há uma série de vídeos em VR que podem ser assistidos com o acessório. Muitos também são bem interessantes.

Confesso que ainda não comprei nada para o Playstation VR. É estranho, mas como experiência as próprias demos já parecem suficientes. O Playstation VR não é um acessório para ser usado por horas consecutivas. Após meia hora já sinto uma sensação estranha e preciso parar um pouco.

Na PSN brasileira infelizmente ainda não há nada para o Playstation VR. Aparentemente só vão colocar quando ele for lançado no Brasil. Isso também dificulta um pouco as compras. No passado eu comprava na PSN americana usando cartões de crédito brasileiros, usando os 5 primeiros dígitos do CEP brasileiro como endereço de cobrança nos EUA. Depois parou de funcionar e comecei a usar um cartão de crédito americano virtual da Entropay. Hoje já nem sei mais se essas soluções ainda funcionam. Se você sabe deixe nos comentários.

Mas há alguns jogos em mídia física à venda no Brasil. Eu quase comprei o Batman Arkham VR em uma promoção, mas acabei deixando passar. Recentemente comprei o Gran Turismo Sports na pré-venda. Ainda não chegou. Este estou ansioso para ver como ficou a parte VR, que aparentemente não estava disponível na pré-estréia lançada na última semana. Mas estou ciente que também é um modo para experimentar e depois voltar para o modo tradicional com os gráficos em alta definição.

É claro que nem tudo é perfeito no Playstation VR. Os gráficos claramente não estão no mesmo nível que os gráficos da TV. Se por um lado a imersão é algo fantástico, por outro a resolução está mais para Playstation 2 do que para Playstation 4. Isso é mais perceptível em alguns conteúdos do que outros. Em geral, conteúdo que não sofre muito com baixa resolução, como cartoons ficam melhores no Playstation VR do que conteúdos mais cinematográficos.

Nova versão e a grande mancada da Sony

Recentemente a Sony anunciou que lançará um novo modelo do Playstation VR, melhorado. As mudanças incluem um par fones de ouvido mais integrado ao óculos, saindo diretamente dele, sem deixar mais um fio pendurado. O fio que vai do óculos ao módulo de processamento também é mais fino. São mudanças bem-vindas, mas não são motivo para um upgrade.

A mudança que mais me chamou a atenção foi o suporte ao HDR passthrough. Peraí, como assim? Foi só lendo esse anúncio que descobri que o Playstation VR atual não permite ver conteúdo HDR do Playstation 4 na TV. Os jogos do Playstation VR não tem HDR nem 4K, mas lembre-se que todo o conteúdo do Playstation 4 passa pelo módulo do Playstation VR, uma vez que a saída HDMI do Playstation 4 esta conectada nele. Pois é aí que está a mancada. O Playstation VR faz o passthrough de conteúdo 4K normalmente, mas não de conteúdo HDR.

Desse modo, para apreciar jogos com conteúdo HDR na TV, quem tem o Playstation VR precisa tirar o cabo HDMI do Playstation 4 que está conectado ao Playstation VR e conecta-lo diretamente na TV, o que certamente acaba desgastando e danificando os jacks. E não há solução para isso, um upgrade de firmware não vai resolver. Só o upgrade de hardware resolve. Nem mesmo um splitter HDMI funciona, uma vez que a maioria deles ajusta a resolução de acordo com o dispositivo de menor resolução nas saídas. A única alternativa razoável que há relatos de que funciona é o uso de um switch HDMI invertido. Coneta-se a saída do Playstation 4 na saída do switch, e as entradas da TV e do Playstation VR nas entradas do switch, e aí é possível selecionar se a saída do Playstation 4  vai para a TV ou para o Playstation VR. Essa solução ocupa duas entradas USB na TV ou receiver. Para usar apenas uma é preciso usar um segundo switch HDMI.

Enfim, é uma solução gambiarrenta, que deve custar pelo menos uns R$ 200,00 na AliExpress, contando com dois switches e três cabos HDMI curtos. E ainda é preciso ter sorte de achar um switch que realmente funciona com 4K e HDR e que aceite que as entradas sejam usadas como saídas e vice-versa. E ainda são mais duas fontes para ligar, caso eles não funcionem apenas com a energia fornecida pelos cabos HDMI. E mais parafernália pendurada no Playstation 4.

É uma mancada imperdoável da Sony, pois o Playstation VR e o Playstation 4 Pro foram lançados praticamente juntos. Não é como se o HDR tivesse surgido um ano depois. Será que as equipes de desenvolvimento não conversaram para perceber a bobagem que estavam fazendo?

Quando soube dessa mancada considerei até vender o Playstation VR. Mas como ainda não tenho TV 4K HDR, este não é um problema que vai me afetar agora. Resolvi ficar com o Playstation VR. Se quando eu tiver uma TV 4K HDR eu ainda não tiver enjoado dele, busco por uma solução. E torço para que até lá apareça alguma empresa que lance alguma solução melhor que essa dos switches HDMI.

Considerações Finais

Playstation VR vale pela experiência. A imersão é incomparável. Apenas não espere que esta passe a ser nova e definitiva forma de jogar videogames porque não será. É um acessório para jogos específicos, e com gráficos mais simples que os que rodam na TV. E confesso que as vezes dá preguiça de ligar, por conta dos fios.

Enfim, é um acessório bacana. Deve ser difícil encontrar alguém que não aprecie. Só é preciso ponderar se vale a pena pagar o preço elevado que ele custa. E é meio que mandatório testar qualquer tipo de VR antes, pois deve ser bem frustrante compra-lo para depois descobrir que o VR lhe faz mal. E de qualquer forma as pausas a cada meia hora são necessárias.

Se o VR ainda estará presente na próxima geração é algo que só o tempo irá dizer. Eu não acredito em consoles exclusivamente VR. Talvez o VR vá evoluindo como acessório nas próximas gerações. Ou talvez ele suma e reapareça daqui alguns anos, já com gráficos melhores e com menos fios, como aconteceu com o 3D. Afinal o 3D de hoje é apenas o velho 3D do Master System, apenas com taxa de atualização maior e com óculos sem fios.

Comprar a versão atual hoje não vale a pena, é melhor esperar pela versão melhorada e já garantir que o HDR passthrough vai funcionar, ainda que você não tenha uma TV HDR hoje.

Se eu não tivesse, compraria novamente? O primeiro modelo definitivamente não. O segundo modelo? No Brasil provavelmente não. Em viagem para o exterior, talvez. Mas se a viagem fosse para os EUA ou Canadá é provável que eu preferisse trazer um Nintendo Switch. Da Europa não por conta das restrições regionais da Nintendo, então de lá eu continuaria trazendo o Playstation VR.

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2 Comentários em "Playstation VR – Fnac no Aeroporto Charles de Gaulle – Paris – França"

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