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set 06 2017

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De-transcodificando Atari 2600 Rev. 17 para NTSC (Polyvox com placa americana) – Parte 2

Recentemente falei aqui no Skooter Blog sobre o um Atari 2600 da Polyvox com placa americana Rev. 17, que adquiri, com a intenção de instalar um mod 2600RGB do Tim Worhington.

Mas antes de instalar o mod, removi a transcodificação que a Polyvox havia feito nele, ou seja, desfiz a modificação que a Polyvox fez para que o console funcionasse com o padrão PAL-M, usado nas TVs brasileiras dos anos 80. Deste modo, ele voltou a funcionar no padrão NTSC, tal qual ele era originalmente.

Recomendo fortemente a leitura da primeira parte deste artigo antes de continuar, pois lá fiz uma introdução sobre os sistemas de cores PAL-M e NTSC, falei sobre a transcodificação que a Polyvox fazia nesses sistemas e, por fim, falei sobre as vantagens e desvantagens de remover essa transcodificação.

Pois bem, decidido a remover a transcodificação feita pela Polyvox, tratei de estudar a placa de circuitos e tentar identificar o que havia sido modificado. Fotografei tudo que encontrei para o caso de precisar reverter o processo.

É claro que a primeira modificação que salta aos olhos é a plaquinha de transcodificação que a Polyvox usava, como pode ser visto na foto abaixo. Ela fica colada usando uma espuma com cola nas duas faces. Embaixo dela está o TIA, principal CI do Atari 2600. A plaquinha está conectada à placa principal por quatro fios.

A plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox, colada em cima do TIA

A plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox, colada em cima do TIA

A plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox, colada em cima do TIA

A plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox, colada em cima do TIA

A plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox, colada em cima do TIA

A plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox, colada em cima do TIA

Olhando a parte de baixo da placa principal também é possível identificar alguns elementos estranhos: um “jumper” preto, que depois descobri ser um resistor encapado, e um capacitor cerâmico. É altamente improvável que a Atari tenha colocado esses componentes do lado “errado” da placa. Tudo indica que foram adicionados pela Polyvox.

Parte de baixo da placa do Atari 2600, sem a proteção

Parte de baixo da placa do Atari 2600, sem a proteção

O capacitor "intruso" na placa americana Rev. 17 do Atari 2600

O capacitor “intruso” na placa americana Rev. 17 do Atari 2600

Descolando a espuma onde fica a plaquinha de transcodificação é possível identificar os pontos onde ela é soldada na placa principal. Também é possível identificar um resistor faltando, identificado por R234. É improvável que a Atari tenha colocado um resistor no projeto e depois tenha decidido deixa-lo de fora. Provavelmente ele foi removido pela Polyvox.

Os 4 fios da plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox e o resistor R234 faltando

Os 4 fios da plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox e o resistor R234 faltando

Os 4 fios da plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox e o resistor R234 faltando

Os 4 fios da plaquinha de transcodificação para PAL-M da Polyvox e o resistor R234 faltando

Antes de sair fazendo qualquer bobagem, resolvi pesquisar na Internet se alguém já havia postado uma receita de bolo pronta para fazer essa de-transcodificação. Mas infelizmente não encontrei. Porém, algumas pistas que encontrei me ajudaram a criar a minha própria receita.

Primeiro encontrei um artigo no site Luccas Eletrônica, do Eduardo Luccas, onde ele explicava como instalar uma saída A/V no Atari 2600, processo no qual é necessário remover a transcodificação. Porém, ele detalha o processo usando um Atari 2600 com placa nacional da Polyvox. Ele até menciona a placa americana e diz que basta trocar o cristal, remover a plaquinha de transcodificação e emendar os fios amarelo e branco que estavam ligados à plaquinha.

Mas há um problema, no artigo o Eduardo não fala se está se referindo à plaquinha de transcodificação pequena ou à grande. A pequena tem 4 fios, enquanto a grande tem 5 fios. Além disso, como você pode ver nas minhas fotos: não há fio branco!

Mais que isso, nos meus dois Atari Rev. 17, as cores dos fios são diferentes, veja essa foto de meu outro Atari 2600 com placa americana Rev. 17. Ou seja, não há um padrão de cores.

Placa do Atari 2600 com a plaquinha que transcodifica para PAL-M da Polyvox

Placa do Atari 2600 com a plaquinha que transcodifica para PAL-M da Polyvox

Em ambos os consoles a plaquinha é identificada como PCI335X. É a mesma placa, apenas os fios tem cores diferentes. Os pontos de onde saem os fios na plaquinha são numerados, e estas são as cores dos fios em cada número, nos dois consoles:

Atari 2600, placa americana, Rev. 17, com chips em sockets:
1 – Marrom
2 – Laranja
3 – Azul
4 – Amarelo

Atari 2600, placa americana, Rev. 17, com chips sem sockets:
1 – Amarelo
2 – Azul
3 – Branco
4 – Laranja

Com essa indefinição de cores nos fios e no modelo da plaquinha ficou claro que não dava para ir por esse caminho. Além disso, me parece improvável que apenas juntar os fios, mantendo o resistor faltando, o resistor a mais e o capacitor a mais, fosse gerar um circuito equivalente ao original. Pode ser que seja gerado um sinal NTSC que a TV entenda, mas não necessariamente seria um sinal NTSC totalmente dentro da especificação. Diferentes TVs tem diferentes tolerâncias a sinais fora da especificação, então acho preferível deixar o circuito 100% igual ao original para garantir o funcionamento em qualquer TV.

Outro site em que encontrei informações foi o Picolo’s Online, do Claudio H. Picolo. Ele relata ter feito essa de-transcodificação no Atari 2600 de um amigo, cuja placa era Rev. 17. Ele relata ter encontrado os mesmos componentes que encontrei a mais: um capacitor de 1,5nF e um resistor de 560 ohms. Mas ele não diz como procedeu com essa modificação.

Por fim, encontrei um vídeo no Youtube da MRM Eletrônicos, onde ele fala sobre a remoção da transcodificação em um Atari 2600 com placa Rev. 16. Ele não mostra o procedimento, mas cita a presença dos dois componentes estranhos na parte de baixo da placa, que precisam ser removidos. Ele também cita o corte de um trilha, onde precisa ser colocado um jumper para repara-la. Repare nas fotos da minha placa que sob o capacitor intruso há uma trilha cortada. Então a ideia é trocar o capacitor por um jumper, restaurando a trilha. Com isso descobri que as modificações que a Polyvox fez na Rev. 16, com placa de transcodificação grande, e na Rev. 17, com placa de transcodificação pequena, acabaram sendo bastante semelhantes no final das contas.

Nesse momento já estava claro para mim que era necessário remover os elementos intrusos e refazer a trilha cortada. Mas ainda faltava algo que me intrigava: a ausência do resistor R234. Eu precisava descobrir qual é o valor dele para poder preencher a lacuna com um novo resistor. Procurando esta informação, acabei encontrando um manual de serviços do Atari 2600. Através dele descobri que o R234 é um resistor de 820 ohms.

E assim, juntando os indícios, construí minha própria receita de bolo, com os seguintes passos:

  1. Remover a plaquinha de transcodificação.
  2. Trocar o cristal oscilador de 3,575611 MHz (PAL-M) por um cristal oscilador de 3,579545 MHz (NTSC).
  3. Remover o capacitor de 1,5nF da parte de baixo da placa.
  4. Remover o resistor de 560 ohms da parte de baixo da placa.
  5. Acrescentar um resistor de 820 ohms na posição R234.

Agora faltava ver se o bolo ia ficar bom. 🙂 Estava confiante que essa mudança iria trazer o sistema NTSC de volta ao meu Atari 2600 da Polyvox com placa americana Rev. 17. Mas para ter certeza não tinha outro jeito, era preciso testar.

Então mãos à obra! Na falta de uma bancada para trabalhar, improvisei com uma pia de granito. Ainda pretendo ter uma bancada para este tipo de trabalho, mas por enquanto ainda não tenho. 🙁

A "bancada" improvisada para o trabalho

A “bancada” improvisada para o trabalho

O primeiro passo foi trocar o cristal oscilador de 3,575611 MHz (PAL-M) por um cristal oscilador de 3,579545 MHz (NTSC) – sim, acabei de inverter os dois primeiros passos da minha própria receita, mas não tem problema. A plaquinha do 2600RGB exige dessoldar o cristal e monta-lo na horizontal para não esbarrar nele. Para evitar esse problema optei por usar um cristal meia caneca, que é menorzinho e não esbarra em outros componentes.

Também aproveitei para remover o capacitor de 1,5nF, que estava soldado entre uma perna do oscilador original e uma perna de um transistor ao lado. Usei uma das perninhas do próprio oscilador novo para fazer o jumper com a perna do transistor, restaurando a trilha cortada.

Cristal Oscilador PAL-M do console e cristal oscilador NTSC que será instalado

Cristal Oscilador PAL-M do console e cristal oscilador NTSC que será instalado

A placa com o cristal oscilador já removido

A placa com o cristal oscilador já removido

O jumper feito entre uma das pernas do oscilador e uma das pernas do transistor ao lado, restaurando a trilha cortada pela Polyvox

O jumper feito entre uma das pernas do oscilador e uma das pernas do transistor ao lado, restaurando a trilha cortada pela Polyvox

O cristal oscilador de 3,579545 MHz (NTSC) meia caneca já soldado na placa

O cristal oscilador de 3,579545 MHz (NTSC) meia caneca já soldado na placa

O cristal oscilador de 3,579545 MHz (NTSC) meia caneca já soldado na placa

O cristal oscilador de 3,579545 MHz (NTSC) meia caneca já soldado na placa

Hora de remover a plaquinha de transcodificação. Tirei mais algumas fotos para marcar os pontos onde ela estava soldada e então procedi com a remoção.

Os pontos onde a plaquinha de PAL-M está soldada à placa principal.

Os pontos onde a plaquinha de PAL-M está soldada à placa principal.

Os pontos onde a plaquinha de PAL-M está soldada à placa principal.

Os pontos onde a plaquinha de PAL-M está soldada à placa principal.

Os pontos onde a plaquinha de PAL-M está soldada à placa principal.

Os pontos onde a plaquinha de PAL-M está soldada à placa principal.

Plaquinha de PAL-M removida. Vamos guarda-la, nunca se sabe...

Plaquinha de PAL-M removida. Vamos guarda-la, nunca se sabe…

Placa do Atari 2600, já livre da plaquinha de PAL-M.

Placa do Atari 2600, já livre da plaquinha de PAL-M.

Por curiosidade, resolvi testar a placa como estava, ainda com aquele resistor na parte de baixo e com o resistor R234. Com isso a TV já exibiu cores e identificou o sistema como NTSC. Note, porém, que este sinal NTSC provavelmente ainda deve estar ligeiramente fora da especificação. Funciona na minha TV, mas outra TV poderia não ser tão tolerante. De qualquer forma já dá para ver a paleta de cores NTSC, muito mais bonita que a paleta PAL-M da modificação da Polyvox.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

O Atari 2600 já funcionando em NTSC apesar da de-transcodificação ainda incompleta.

A Paleta NTSC, muito mais bonita, ainda antes do ajuste do trimpot.

A Paleta NTSC, muito mais bonita, ainda antes do ajuste do trimpot.

A Paleta NTSC, muito mais bonita, ainda antes do ajuste do trimpot.

A Paleta NTSC, muito mais bonita, ainda antes do ajuste do trimpot.

Enduro, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

Enduro, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

River Raid, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

River Raid, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

Pitfall, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

Pitfall, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

Pitfall, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

Pitfall, no Atari 2600 em fase de-transcodificação.

A plaquinha PAL-M, o oscilador PAL-M e o capacitor, os elementos removidos da placa até agora

A plaquinha PAL-M, o oscilador PAL-M e o capacitor, os elementos removidos da placa até agora

A plaquinha PAL-M, o oscilador PAL-M e o capacitor, os elementos removidos da placa até agora

A plaquinha PAL-M, o oscilador PAL-M e o capacitor, os elementos removidos da placa até agora

A paleta NTSC após o ajuste do trimpot

A paleta NTSC após o ajuste do trimpot

Harmony Cartridge no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Harmony Cartridge no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Enduro no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Enduro no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Pitfall no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Pitfall no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

River Raid no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

River Raid no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Tapper no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Tapper no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Tapper no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

Tapper no Atari 2600 no processo de de-transcodificação

No dia seguinte resolvi continuar com a empreitada. Não basta funcionar. O serviço tem que ser completo. Então vamos partir para a remoção do resistor de 560 ohms da parte de baixo da placa.

O resistor de 560 ohms, adicionado pela Polyvox.

O resistor de 560 ohms, adicionado pela Polyvox.

Removendo o resistor de 560 ohms, adicionado pela Polyvox.

Removendo o resistor de 560 ohms, adicionado pela Polyvox.

Placa do Atari 2600 com o resistor de 560 ohms já removido.

Placa do Atari 2600 com o resistor de 560 ohms já removido.

Por fim, vamos soldar o resistor de 820 ohms na posição R234, deixando a placa do Atari 2600 tal qual ela era originalmente.

Placa do Atari 2600, com o resistor R234 faltando.

Placa do Atari 2600, com o resistor R234 faltando.

Instalando o resistor de 820 ohms na posição R234 do Atari 2600.

Instalando o resistor de 820 ohms na posição R234 do Atari 2600.

Instalando o resistor de 820 ohms na posição R234 do Atari 2600.

Instalando o resistor de 820 ohms na posição R234 do Atari 2600.

Placa do Atari 2600 com o resistor de 820 ohms já soldado na posição R234.

Placa do Atari 2600 com o resistor de 820 ohms já soldado na posição R234.

Placa do Atari 2600 com o resistor de 820 ohms já soldado na posição R234.

Placa do Atari 2600 com o resistor de 820 ohms já soldado na posição R234.

Os elementos removidos nesse processo: plaquinha de PAL-M, resistor de 560 ohms, cristal oscilador PAL-M e capacitor de 1,5nF. Vamos guarda-los com carinho.

Os elementos removidos nesse processo: plaquinha de PAL-M, resistor de 560 ohms, cristal oscilador PAL-M e capacitor de 1,5nF. Vamos guarda-los com carinho.

Tudo pronto! É hora de testar novamente o console, agora já totalmente de-transcodificado, exibindo um sinal NTSC puro.

Primeiro vamos ajustar as cores.

Primeiro vamos ajustar as cores.

Primeiro vamos ajustar as cores.

Primeiro vamos ajustar as cores.

Paleta NTSC do Atari 2600.

Paleta NTSC do Atari 2600.

Harmony Cartridge, executando em NTSC.

Harmony Cartridge, executando em NTSC.

Bobby is Going Home, executando em NTSC.

Bobby is Going Home, executando em NTSC.

Enduro, executando em NTSC.

Enduro, executando em NTSC.

River Raid, executando em NTSC.

River Raid, executando em NTSC.

Pitfall, executando em NTSC.

Pitfall, executando em NTSC.

Pitfall II, executando em NTSC.

Pitfall II, executando em NTSC.

Decathlon, executando em NTSC.

Decathlon, executando em NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

A placa do Atari 2600, após a de-transcodificação. De volta ao NTSC.

Smurf: Rescue in Gargamel´s Castle, executando em NTSC.

Smurf: Rescue in Gargamel´s Castle, executando em NTSC.

E assim a de-transcodificação foi concluída com sucesso, com o Atari 2600 da Polyvox com placa americana Rev. 17 exibindo um sinal NTSC puro, livre da paleta de cores feinha da transcodificação PAL-M. O que você achou da imagem NTSC? Deixe seus comentários.

Nos próximos artigos vou mostrar como fiz a limpeza e alguns reparos na carcaça deste Atari 2600 da Polyvox com placa americana Rev. 17. Também vou falar de como fiz a remoção dos pontos de oxidação e de como deixei os switches brilhando novamente. Por fim, iniciarei uma outra série de artigos para mostrar a instalação do mod 2600RGB do Tim Worhington, que deixou este Atari 2600 com a melhor imagem de Atari 2600 que eu já vi. Aguardem…

 

Sobre o autor

Skooter

Skooter é cientista da computação e fundador do Skooter Blog. Tem interesse em tudo relacionado a tecnologia e gosta de economizar fazendo suas compras diretamente do exterior.

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